Havia, certa vez, um templo que era chamado templo do amor. Alguém chegou à porta e bateu. Uma voz de dentro perguntou: “Quem é?”
- “Eu sou um comerciante e queria entrar nesse templo.”
- “Aqui não há lugar para comerciantes. É melhor ir vender seus produtos em outra região.”
Um pouco depois, outra pessoa bateu. A voz de dentro gritou:
- “Quem é?”
- “Eu sou um político.”
- “Aqui não á lugar para políticos. Vá cumprir o seu mandato”.
Minutos depois, outra pessoa bateu:
- “Quem é?”
- “Eu sou um professor.”
- “Aqui não há lugar para professores. Vá preparar suas aulas.”
Uma garota bonita bateu.
- “Quem é?”
- “Eu sou a modelo fulana de tal, e queria entrar neste templo.”
- “Vá cuidar da sua beleza, porque aqui não há lugar para modelos.”
Minutos depois, alguém bateu. A voz perguntou: “Quem é?”
- “Eu sou um coração que transborda de amor.”
Na hora, a porta se abriu e a pessoa entrou.
O que vale não é o que fazemos, mas o amor com que fazemos as coisas. São necessários os comerciantes, os políticos, os professores e as modelos. Entretanto, mais importante que essas profissões é o amor com que as desempenhamos.
“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e as dos anjos, mas não tivesse amor, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine. Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência... mas não tivesse amor, eu nada seria” (1Cor 13,1-2).
Boleto
Carregando ...
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Carregando ...
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.