Em um país da antiguidade, cada vez que sobrevinha uma calamidade havia um homem virtuoso que rezava e era atendido por Deus.
Ele orava assim: Ia a um determinado lugar santo da floresta, acendia uma fogueira sagrada e rezava uma oração especial, que ele sabia de cor. Dessa forma, a catástrofe era evitada.
Passaram-se os anos e houve outra ameaça de tragédia. O homem foi ao lugar santo, mas se esqueceu de como acender a fogueira sagrada. Mesmo assim, rezou e foi atendido.
Anos depois, outra ameaça de problema. O homem foi à floresta, mas não conseguiu encontrar o lugar santo. Rezou em outro lugar e foi atendido.
Mais algum tempo, outra iminência de desastre. Desta vez, ele esqueceu a oração especial. Rezou com as próprias palavras assim: “Ó Deus, Senhor do universo, perdi o lugar santo da floresta, não sei como acender a fogueira sagrada e esqueci a oração. Mas, Senhor, tende piedade de nós, e salvai o nosso povo!” Ele foi atendido e a tragédia foi evitada.
Quando rezamos, o importante para Deus é o nosso coração, não as circunstâncias externas. O que Deus olha é a nossa fé e boa intenção.
“Ensina teu povo a rezar, Maria Mãe de Jesus, que um dia o teu povo desperta e na certa vai ver a luz.”
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