Certa vez, dois rapazes amigos estavam andando numa rua de uma pequena cidade do interior, onde ninguém os conhecia.Era domingo pelo meio dia.
De repente, eles viram uma festa em um quintal aberto. Havia muito churrasco e schopp à vontade, com músicas lindas.
Como em festas de casamento há amigos do noivo que a família da noiva ainda não conhece, e vice-versa, eles resolveram entrar de penetras. E não foram só eles os penetras. Apareceram muitos.
Quando eles estavam à vontade, comendo e bebendo, o dono da casa mandou parar a música, subiu numa cadeira e disse:“Por favor, os convidados da noiva fiquem deste lado aqui”. E apontou para a sua direita. Uma turma foi para lá.
E ele continuou: “Agora, os convidados do noivo fiquem deste lado aqui”. Outra turma foi para o seu lado esquerdo.
Nesta hora, o dono da casa falou: “Esses dois grupos podem cair fora, porque esta festa é de quinze anos da minha filha”.
Que vexame, não?
Na Igreja, todas e todos somos convidados. Ninguém é penetra. Mas, se somos da família de Jesus, precisamos nos comportar do jeito dele, ouvindo a sua Palavra e colocando em prática. Senão seremos expulsos do banquete, “por não estarmos em traje de festa... E lá fora haverá choro e ranger de dentes” (Mt 22,12-13). Este vexame seria pior que aquele da festa da debutante.
“Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática” (Lc 8,21).
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