Havia, certa vez, um rapaz que tinha um físico bem forte e era analfabeto.
Para não esquecer os pecados na hora da Confissão, ele arrumou um pau, tipo cabo de vassoura, e ia fazendo uma marca nele, cada vez que cometia um pecado.
Numa tarde em que o padre estava de plantão para atender Confissões, ele foi para a igreja se confessar. Colocou o pau atrás da porta e ajoelhou-se no banco, a fim de se preparar.Depois foi para a fila das Confissões. Mas se esqueceu de levar o pau.
Quando chegou a sua hora, ele entrou no confessionário e o padre lhe disse: “Fale os seus pecados”. Ele falou: “Espere aí, sr. padre, eu vou buscar o pau ali atrás da porta”. O padre respondeu na hora: “Não, não precisa não, moço! Já está tudo perdoado. Pode ir tranquilo”
Nós não precisamos ter medo do padre, nem o padre ter medo de nós, pois o que prevalece na Confissão é a misericórdia.
Não precisamos também anotar os pecados. Na hora, nós falamos aquilo de que nos lembramos, e o resto fica tudo perdoado. O principal na Confissão não é falar pecados, pois na Confissão comunitária nem falamos os pecados. Da nossa parte, o mais importante é o arrependimento, que é condição para recebermos o principal, que é o perdão de Deus.
Que Maria, a Imaculada, nos ajude a libertar-nos dos pecados.
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