O Pe. Vítor, de Três Pontas MG, viveu no Séc. XIX e está em processo de beatificação. Ele fazia muita caridade.
Conta-se que um dia ele foi fazer um casamento na roça e lá o pai da noiva lhe deu um envelope. Ele pôs o envelope no bolso da batina e voltou para a cidade.
Ao chegar à sua casa, um casal pobre lhe pediu um auxílio. Pe. Vítor enfiou a mão no bolso, pegou aquele envelope e deu para eles.
Horas depois, o casal voltou preocupado e lhe disse: “Pe. Vítor, o senhor se enganou. Nós pedimos um trocado, e o dinheiro que o senhor deu dá para comprar uma casa!”
O padre perguntou: “Vocês têm casa própria?” Eles disseram: “Não temos”. “Então comprem a casa!” disse o Pe. Vítor.
Deus criou a terra, com todos os bens que nela existem, para todos os seus filhos e filhas, não apenas para alguns. “Jesus passou pela vida fazendo o bem” (At 10,38).
“A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava suas as coisas que possuía, mas tudo entre eles era posto em comum. Com grande poder, os Apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e sobre todos eles multiplicava-se a graça de Deus. Entre eles ninguém passava necessidade, pois aqueles que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro e o depositavam aos pés dos Apóstolos. Depois era distribuído conforme a necessidade de cada um” (At 4,32-35).
Maria Santíssima tinha um amor muito grande aos necessitados. Basta ver o seu hino, o Magnificat, a visita a Isabel, a preocupação com a falta de vinho no casamento em Caná etc. Que ela nos ajude a crescer no amor aos necessitados.
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