Havia, certa vez, um rei muito rico e generoso. Ele resolveu dar a um súdito um presente: Todos os dias ia colocar na conta do súdito 1.440 Pesos, que era a moeda do reino. Isso por tempo indeterminado.
Entretanto, havia uma condição: O súdito devia gastar todo o dinheiro naquele dia. Se não gastasse tudo, a sobra voltaria para a conta do rei.
Assim aconteceu durante muito tempo. O súdito, feliz, comprou tudo o que queria e ainda sobrava dinheiro.
Um dia, sem aviso prévio, o rei interrompeu a doação.
A história é simbólica. O rei é Deus, o súdito somos nós e o dinheiro é o tempo. Todos os dias, Deus nos dá 1.440 minutos. Isto é uma graça incalculável. A nossa vida é um tesouro valiosíssimo.
Além do tempo, ele ainda acrescenta outros benefícios, como a sua ajuda, e a presença do Espírito Santo com os seus sete dons. O que ele pede é que aproveitemos o nosso tempo, seja para o nosso bem, seja para o bem do próximo, pois no dia em que menos esperarmos, a doação é interrompida pela morte.
Se aproveitarmos bem o nosso tempo, na prestação de contas ouviremos do Rei: “Parabéns, servo bom e fiel!... Vem participar da alegria do teu Senhor!” (Mt 25,23).
Maria Santíssima utilizou e desenvolveu ao máximo os seus talentos. Que ela interceda por nós.
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