Por Redação A12 Em Igreja

2017 marca o aniversário de 400 anos do carisma vicentino

Em 2017 a Família Vicentina comemora o aniversário de 400 anos de nascimento de seu carisma. A data será celebrada em todo mundo com reflexões em torno dos gestos de caridade empreendidos em favor dos estrangeiros.

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O carisma vicentino foi iniciado em 1617, na Igreja de Chatillon, quando Vicente de Paulo exortou os fiéis a ajudarem uma família pobre da Paróquia. A família foi salva pela pronta resposta a este convite à ação e como resultado deste momento, Vicente compreendeu que a caridade para ser efetiva devia também estar bem organizada, um evento que tem mudado o mundo nos últimos 400 anos. 

"Quem são os estrangeiros entre nós? Como nós os apoiamos atualmente? Quais são as novas necessidades que emergem? Como nós podemos responder à estas necessidades? Poderíamos ser nós os estrangeiros com necessidade de acolhimento?". São algumas das perguntas que a Família Vicentina irá responder em uma consulta nos seus diversos ramos. A pesquisa junto com as novas ideias darão origem a um plano de trabalho a ser executado em 2017.

O padre Gregory Gay, Superior Geral da Congregação da Missão (ordem dos padres, fundada por São Vicente de Paulo), definiu que entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2017 será o "Ano da Acolhida ao Estrangeiro":

"Este fato histórico nos lembra um texto bíblico que está no coração de nossa comum vocação vicentina (Mt 25, 35): 'Eu era estrangeiro e vocês me acolheram'. Compreendendo e ajudando os estrangeiros em nosso meio, assumimos solidariamente aquele acontecimento de Châtillon e realizamos de fato nossa vocação vicentina: concretizamos o exemplo do Bom Samaritano em nossa comunidade", disse em mensagem para os membros da Família. 

"Acolher os estrangeiros em nosso meio deveria ser visto também como um convite a todos os que compartilham nossos valores, nossa missão ou espiritualidade vicentina ou poderiam interessar-se por estas realidades. As pessoas a quem normalmente servimos são tão capazes como nós de acolher estrangeiros, se os convidarmos para isto. Não depende de poder, riqueza ou status. É para todos uma oportunidade de ser parte de nossa família e participar das celebrações ao longo desse ano", acrescentou.

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