Igreja

Comissão da CNBB se reúne para tratar da Campanha da Fraternidade 2022

Escrito por Redação A12

26 MAR 2021 - 09H00 (Atualizada em 26 MAR 2021 - 09H22)

Shutterstock educacao-ensino (Shutterstock)

Na quinta-feira (25), uma comissão designada para a preparação da Campanha da Fraternidade 2022, se reuniu virtualmente e apresentou a proposta de estrutura do texto-base ao Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Segundo a Conferência, no próximo ano, a Campanha terá como tema “Fraternidade e Educação” e o lema “Fala com sabedoria, ensina com amor”.

Leia MaisCFE 2021: A urgência em formar cirandas e não bolhas digitaisO secretário executivo de Campanhas da CNBB, Padre Patriky Samuel Batista, apresentou três partes do texto, que serão, a exemplo da metodologia utilizada em 2020: escutar, discernir e propor.

O grupo prevê para 15 de junho a finalização do texto e recebeu dos bispos sugestões de documentos que podem ser citados, de que temas sensíveis devem ser abordados com clareza à luz dos documentos da Igreja, da necessidade de reforçar a importância da família no processo educacional e da oportunidade de abordar iniciativas como o Pacto Educativo Global e o Ano Família Amoris Laetitia no texto.

O objetivo geral da Campanha da Fraternidade 2022 é promover um diálogo sobre a realidade educativa no Brasil, à luz da fé cristã, propondo caminhos em favor do humanismo integral e solidário.

A terceira parte do texto, “propor”, que corresponde ao agir na metodologia consagrada do ver-julgar-agir, foi construída, de acordo com a comissão, a partir da escuta (ver) e do discernimento (julgar) apresentados. Abordará a educação para a transmissão da fé e para a convivência, para a saúde e a solidariedade, indo além da educação formal.

Na preparação para a Campanha também há uma proposta de carta dos bispos aos educadores, famílias e professores para motivar a participação dos diversos agentes da educação no processo da Campanha da Fraternidade 2022, “de forma a suscitar o diálogo”, conforme destacou o arcebispo de Montes Claros (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação da CNBB, Dom João Justino de Medeiros Silva.

Fonte: CNBB

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