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Debate presidencial: Candidatos avaliam iniciativa da CNBB

Foto de: Thiago Leon

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Os oitos candidatos que participam do debate presidencial em Aparecida (SP) concederam entrevista à imprensa assim que chegaram ao Centro de Eventos do Santuário Nacional. Confira os depoimentos (postados de acordo com a ordem de chegada dos candidatos) sobre a iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e a realização da TV Aparecida: 

“Segundo estatísticas, cerca de 60% da população brasileira é católica. O fato de a CNBB organizar este evento reflete o espírito democrático dela de querer que vários concorrentes tenham direito de falar de igual para igual”. Eduardo Jorge (PV)

“A igreja católica tem feito ao longo da história para um papel muito importante para a democracia brasileira. É importante externar os ideais que defendemos, como a vida e a família”. Pastor Everaldo (PSC)

“Há 20 anos, quando eu tinha um programa de televisão, eu pre-diagnostiquei que a Igreja devia ter mais força na comunicação e agora temos a felicidade de ver que recuperamos o terreno, com TV Aparecida, Canção Nova e Rede Vida”. Levy Fidelix (PRTB)

“Neste debate, posso mostrar minha profunda fé religiosa e o que poderei fazer pelo Brasil. É oportunidade de os cidadãos aprofundarem a análise sobre as propostas de cada candidato”. (Aécio Neves – PSDB)

“Os temas que interessam à Igreja católica são os mesmos que interessam à sociedade. E a Igreja através da CNBB tem apresentado posições muito progressistas com as quais temos afinidade, como a questão da auditoria da dívida pública e do privilégio dos bancos”. Luciana Genro (PSOL)

“Este é meu primeiro debate, nos dois anteriores me impediram de participar. A CNBB realiza justiça e me permite falar aos brasileiros. A TV Aparecida, com sua programação, realiza justiça ao Brasil e ao candidato”. José Maria Eymael (PSDC)

“Estamos trabalhando para que os brasileiros vejam em nossa proposta a melhor alternativa para o Brasil e a TV Aparecida é mais uma emissora voltada a fazer um debate com temas relevantes para o país” Marina Silva (PSB)

“Acredito que as propostas da CNBB são muito boas. (Sobre o projeto de Reforma Política) eu aprovo basicamente as quatro propostas, tanto o fim do financiamento empresarial de campanha, necessidade de lista em dois turnos e igualdade entre homens e mulheres” Dilma Roussef (PT)

 

 

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