Por Redação A12 Em Evangelhos Atualizada em 06 DEZ 2018 - 14H29

Evangelho em Libras | 2º Domingo do Advento – Ano C


Reflexão: Padre Luiz Camilo Junior - C.Ss.R
Intérprete: Kiara Maria Socuta Quintanilha
No décimo quinto ano do império de Tibério César, quando Pôncio Pilatos era governador da Judeia, Herodes administrava a Galileia, seu irmão Filipe, as regiões da Itureia e Traconítide, e Lisânias a Abilene; quando Anás e Caifás eram sumos sacerdotes, foi então que a palavra de Deus foi dirigida a João, o filho de Zacarias, no deserto.
E ele percorreu toda a região do Jordão pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados, como está escrito no livro das palavras do profeta Isaías: “Esta é a voz daquele que grita no deserto: ‘preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas.
Todo vale será aterrado, toda montanha e colina serão rebaixadas; as passagens tortuosas ficarão retas e os caminhos acidentados serão aplainados. E todas as pessoas verão a salvação de Deus’”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós Senhor.

Reflexão
Este segundo domingo do advento nos convida a preparar os caminhos do Senhor. A chegada de Jesus representa um tempo novo, onde reinará a justiça e a paz. Deus deseja que tenha fim o tempo das injustiças e maldades, e nasça o tempo da equidade e do amor. O Evangelho fala do anúncio de João Batista em meio a uma realidade difícil, marcada por sinais de morte. Esse tempo de dor é caracterizado ao dizer que já fazia 15 anos que Tibério era imperador de Roma, e Tibério foi muito tirano em seu modo de governar. E o governador da Judéia era outro tirano, Pôncio Pilatos. Havia também Herodes governando a Galileia. Enfim, era um tempo marcado por grande sofrimento. E foi neste tempo difícil que Deus constituiu João como profeta, para anunciar a esperança de um novo tempo. A missão de João era preparar o coração do povo para que acolhesse Jesus e toda mensagem de libertação que ele vinha trazer. A pregação de João Batista era de conversão do coração para as coisas de Deus. Por isso, João prega um batismo de conversão, pois sem conversão, sem mudança de mentalidade e de atitudes, não é possível construir um novo tempo. João foi voz que clamou naquele deserto e nós devemos hoje ser vozes a clamar nos desertos do nosso tempo, preparando os caminhos do Senhor, para que o Reino da vida aconteça entre nós.

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