Por Redação A12 Em Evangelhos Atualizada em 13 NOV 2019 - 09H14

Evangelho em Libras | 33º Domingo do Tempo Comum – Ano C

Reflexão: Padre Marcelo Magalhães - C.Ss.R
Intérprete: Kiara Maria Socuta Quintanilha

(Lc 21,5-19)

Naquele tempo, algumas pessoas comentavam a respeito do Templo que era enfeitado com belas pedras e com ofertas votivas.
Jesus disse: “Vós admirais estas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído”. Mas eles perguntaram: “Mestre, quando acontecerá isto? E qual vai ser o sinal de que estas coisas estão para acontecer?”

Jesus respondeu: “Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Sou eu!’ e ainda: ‘O tempo está próximo’. Não sigais essa gente! Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim”.


E Jesus continuou: “Um povo se levantará contra outro povo, um país atacará outro país. Haverá grandes terremotos, fomes e pestes em muitos lugares; acontecerão coisas pavorosas e grandes sinais serão vistos no céu.

Antes, porém, que estas coisas aconteçam, sereis presos e perseguidos; sereis entregues às sinagogas e postos na prisão; sereis levados diante de reis e governadores por causa do meu nome. Esta será a ocasião em que testemunhareis a vossa fé.

Fazei o firme propósito de não planejar com antecedência a própria defesa; porque eu vos darei palavras tão acertadas, que nenhum dos inimigos vos poderá resistir ou rebater. Sereis entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos, parentes e amigos. E eles matarão alguns de vós.

Todos vos odiarão por causa do meu nome. Mas vós não perdereis um só fio de cabelo da vossa cabeça. É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!”

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

Reflexão

O Evangelho de hoje nos fala da destruição de Jerusalém e do Templo e de como é preciso estar firmes na fé para que possamos não desanimar. O Evangelho não está falando do fim do mundo, ou do fim da humanidade, mas de um fim que é novo começo, de um fim que está sempre acontecendo. A destruição narrada nos revela o fim de um sistema opressor.

A realidade do fim deve nos despertar e nos levar a refletir sobre o que importa verdadeiramente, sobre o que fica e o que passa. É tempo de esperança, não de ilusões! Não podemos deixar que bens e construções materiais sejam o centro e a base de nossas vidas, pois ao menor risco de destruição perdemos o sentido da caminhada.

O Evangelho ainda nos traz uma realidade de perseguição, desastres onde a fé será testada e onde a confiança em Deus será decisiva. É Ele que colocará forças e palavras para que sejamos fortes e testemunhas de seu Reino.

A morada, a casa de Deus é a Igreja viva de um Deus Vivo e presente e somos nós as pedras vivas da construção. O verdadeiro Templo sem paredes é feito de cada um de nós, pedras vivas e conscientemente dedicados à causa de Cristo e do Evangelho.

A semente não vingou pois caiu em terreno pedregoso onde lhe faltava umidade e as raízes não foram profundas. Os que acolhem a palavra fazem com alegria. É a perseverança que nos traz salvação!

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