Na madrugada de terça-feira, 18 de março, o cessar-fogo entre Israel e o Hamas chegou ao fim, após bombardeio destruidor de Israel em Gaza. O momento de trégua durou apenas dois meses e já era considerado instável.
Leia MaisÉ possível viver em um mundo sem guerras?Pode uma guerra ser santa?O acordo de cessar-fogo foi assinado por Israel e pelo Hamas no dia 19 de janeiro, mas entre a noite de segunda e madrugada de terça-feira, as forças de defesa israelenses romperam com o combinado com um ataque aéreo maciço realizado em toda a Faixa de Gaza.
De acordo com as estimativas, o ataque teria causado pelo menos 350 mortes, a maioria delas, mulheres, idosos e crianças, mas o número ainda pode aumentar. As forças de defesa israelenses ordenaram, ainda na terça-feira, a evacuação dos residentes da Faixa de Gaza nas áreas que fazem fronteira com Israel.

Israel chamou o ataque de preventivo para impedir o rearmamento e a reorganização ofensiva do Hamas, sobre o qual os EUA haviam sido informados, motivado pela resistência do Hamas em libertar os 59 reféns que ainda mantém em seu poder. A estimativa é que 22 ainda estejam vivos.
De acordo com os israelenses, os ataques continuarão “enquanto for necessário”. Principalmente nas escolas e nos campos que abrigam os deslocados, foi o que afirmou o ministro da Defesa israelense, Katz.
Leia Mais"Diplomacia da esperança": proposta do Santo Padre pela pazPara 2025, Papa pede três ações concretas para a paz6 vezes em que o Papa Francisco se posicionou pela pazDiante do contexto dos conflitos no mundo, no dia 14 de março, em meio a sua internação na Policlínica Gemelli, o Papa Francisco, enviou uma carta ao diretor do jornal italiano “Corriere della Sera”, publicada pelo jornal.
Em trecho da escrita, o Santo Padre destacou que, neste momento de doença pelo qual ele passa, a guerra parece ainda mais absurda:
“E neste momento de doença em que, como já disse, a guerra parece ainda mais absurda. A fragilidade humana, de fato, tem o poder de nos tornar mais lúcidos em relação ao que dura e ao que passa, ao que nos faz viver e ao que mata. (...) Precisamos desarmar as palavras para desarmar as mentes e desarmar a Terra”, frisou.
Fonte: Vatican News
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