| Este é um conteúdo seriado. O A12 e a Editora Santuário se unem para evangelizar por meio da literatura. Padre Alberto Pasquoto C.Ss.R. lê livros escolhidos a dedo, com “trechos que tocam a alma” de quem lê. |
No dia 3 de fevereiro a Igreja Católica celebrou a memória de São Brás. Sua vida e ministério chamam muito a atenção e o aproximam da fé e da admiração do povo.
Aqui no A12 você irá aprender mais sobre as histórias de prodígios e graças do Santo mártir. Brás vem de blandus, “suave”, ou de belasius, formado de bela, “costume”, e syor, “pequeno”. E realmente, ele foi suave em seus sermões, virtuoso em seus costumes e humilde em sua conduta.
O milagre mais conhecido atribuído a ele foi quando era levado preso, e uma mãe se jogou aos seus pés pedindo que socorresse o filho, que estava com uma espinha de peixe atravessada na garganta.
Brás rezou, fez o sinal da cruz sobre o menino e este se levantou milagrosa e imediatamente, como se nada lhe tivesse acontecido. Por isso, até os dias de hoje, pessoas recorrem à sua intercessão, quando alguém engasga ou apresenta problemas de garganta.
Na data em que celebramos o Santo, nas missas temos a bênção de São Brás, procurada principalmente por quem tem problemas nesta parte do corpo.

Para que ainda possamos aprender mais sobre esta devoção, a Editora Santuário oferece o livro “São Brás: Bispo e Mártir”, detalhando a vida, curiosidades e como a graça de Deus se faz presente no ministério do religioso armênio.
“Das minhas pesquisas e leituras, emergiu uma pessoa simpática, humana e acolhedora. Nunca se postando no foco dos acontecimentos. Talvez um pouco tímido, mas sempre prestativo. Porém, o que mais me encantou foi descobrir nele uma raridade: pertencia a essa classe de pessoas que, de tanto se ocupar com o bem dos outros, esquecem-se de si mesmas e passam a ‘habitar’ naqueles cuja felicidade procuram sinceramente”, disse o Padre Braz Delfino Vieira, C.Ss.R., autor da publicação.
São Brás foi até chantageado a renunciar a sua fé, mas por amor a Jesus e a Igreja, preferiu renunciar a vida. Sendo, assim, martirizado no ano de 316. E que o exemplo do santo possa nos animar a vivenciar constantemente a vida em oração em amor a Deus e a Igreja.
Confira um trecho do livro, lido pelo missionário redentorista Padre Alberto Pasquoto:
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