Por Redação A12 Em Casa de Hospedagem e Seminário Santo Afonso

A história do Irmão Bento no Informativo CERESP

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Espiritualidade Redentorista 

Irmão Bento - Joseph Hiebl (1837-1912) 

Irmão Bento ou Joseph Hiebl, natural da Baviera, na Alemanha, era missionário redentorista Irmão. Filho de ricos fazendeiros, foi músico, escultor e pintor. Ingressou na Congregação Redentorista em 1857, fez a consagração religiosa em 1865 e ficou conhecido como Irmão Bento. Veio para o Brasil em 1897. Foi professor de desenho e matemática no Seminário Santo Afonso, de 1898 a 1901. Trabalhou em Aparecida (SP) e no Bairro da Penha, em São Paulo (SP). Suas atividades se concentraram nas pinturas e esculturas. Faleceu a 5 de novembro de 1912, aos 75 anos de idade.

Esse Irmão soube usar de seus dotes pessoais em favor da vida consagrada redentorista. Por isso, sua dedicação artística foi somada à missão e à espiritualidade redentorista.

Outro irmão, São Geraldo Majela (1726-1755), contemporâneo de Santo Afonso de Ligório (1696-1787), exerceu diversas funções na Congregação Redentorista. Inclusive, fez algumas esculturas barrocas, moldadas em papel machê, cola e tinta (Ecce homo, Crucificado). Pois esse santo Irmão tinha consciência de que as Devoções Católicas poderiam desencadear o fomento da fé e das práticas cristãs. Assim também percebeu, viveu e trabalhou nosso Irmão Bento. Por essa e outras razões, veio para o Brasil e aqui dedicou-se por quinze anos à evangelização evangelização, através da cultura devocional. Na hermenêutica da Arte Religiosa Católica soube expressar, em esculturas e pinturas, fatos marcantes do Mistério Redentor de Cristo. Também retratou os santos e santas de Deus, homens e mulheres, que gastaram suas vidas em favor da fé e das práticas cristãs.

 

"Irmão Bento foi um daqueles missionários redentoristas talentosos, que tudo fizeram para convencer os devotos sobre a necessidade de cultivar a fé". 

Irmão Bento foi um daqueles missionários redentoristas talentosos, que tudo fizeram para convencer os devotos sobre a necessidade de cultivar a fé. A fortalecê- -los na esperança. A persuadi-los a perseverar nas boas obras. A combater “o bom combate cristão” para guardar e garantir a plenitude da vida, com qualidades eternas.

A espiritualidade cristã, através da arte, continua sendo um dos modos eficientes para a catequese e humanização das pessoas! 



Ir. José Mauro Maciel, C.Ss.R.
Historiador 

 

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