Por Redentoristas Em Vocacional

Uma história de amor à Congregação Redentorista

Thamara Gomes
Thamara Gomes

Sou Irmã Maria Adelma Ferreira e nasci numa cidadezinha do interior de Minas Gerais, chamada Passabém. Com cerca de 12 anos, comecei a me perguntar sobre o sentido de minha vida e a sentir um grande apelo para a vida missionária.

Não sabia muito bem dar explicações, mas sabia que o missionário (a) era uma pessoa que dedicava a vida às outras pessoas, especialmente aos mais necessitados. Minha grande paixão eram as Leituras e acompanhar diariamente as programações da Rádio Aparecida. Lia também com assiduidade as Revistas Sem Fronteiras, através das quais passei a conhecer a vida de Daniel Comboni.

Pela Rádio Aparecida, acompanhava todas as formações bíblicas do Pe. César Moreira, as Novelas, as histórias de vida dos Santos, a Consagração na voz inesquecível de Pe. Vitor Coelho de Almeida, os programas dirigidos por Pe. Pelaquim e Pe. José Oscar Brandão. Uma vez, a Novela contou a história de vida de Santo Afonso. Eu, que sempre fui apaixonada pela Congregação, por sua história e missão, passei a amar ainda mais esta Família Religiosa e queria fazer parte dela. Em certa época, minha Paróquia São José, em Passabém, passou a ser assistida pelos Padres Redentoristas e entre eles o Pe. Ivo (não sei o sobrenome).

Inocentemente, procurei o Pe. Ivo e contei-lhe de meu desejo de ser padre redentorista. Carinhosamente, ele explicou-me que Padre eu não poderia ser, mas poderia ser Missionária, ser Irmã. Escrevi também uma carta direcionada ao Pe. Brandão, fazendo o pedido de uma Bíblia e contando deste meu desejo de ser missionária. Pe. Brandão leu esta minha carta, enviou-me o “esperado presente” e encaminhou minha carta às Irmãs Carlistas. Daí começou uma nova história com as Irmãs Carlistas. Procurei em tudo conhecer a história da Congregação, lia tudo sobre São Carlos Borromeo e Madre Cabrini.

Cheguei a ser acompanhada pela saudosa e querida Ir. Rosinha Galvani por quem mantive amizade durante muitos anos. Depois acabei encontrando-me na Família Religiosa das Missionárias de Nossa Senhora das Dores da qual faço parte hoje, já há quase 30 anos. Costumo dizer até hoje que se eu fosse homem, não teria nenhuma dúvida quanto à Família Religiosa à qual eu queria pertencer: com certeza seria Redentorista.

Sou muito grata a todos os ensinamentos que recebi dos Padres Redentoristas, de maneira especial através da Rádio Aparecida que sempre foi um instrumento de evangelização. Realmente foi na minha vida uma Escola de Formação, pois vivendo numa cidade muito pobre, onde na época nem energia tínhamos em casa, a Rádio Aparecida era a nossa Escola em todos os sentidos. Era onde bebíamos minha família e eu, muitos e consistentes ensinamentos e era também um sustento em nossa fé.

Devoto à Congregação minha estima, meu carinho e minhas preces por todos que doaram suas vidas, aqueles que continuam doando-se nas muitas frentes de missão e por aqueles que virão, com as graças de Deus.

Ir. Maria Adelma Ferrreira

Missionária de Nossa Senhora das Dores

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