Por Campanha dos Devotos Em Multimídia Atualizada em 09 OUT 2018 - 11H23

No Santuário Nacional, devoto testemunha seu amor a Nossa Senhora Aparecida


Campanha dos Devotos
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Alessandro Araújo e sua família no Santuário Nacional.


Milhares de devotos visitam o Santuário Nacional e deixam seus testemunhos, pedidos e agradecimentos a Nossa Senhora Aparecida.

Leia o testemunho do devoto Alessandro Araújo e sua família no Santuário Nacional de Aparecida:

Fui batizado criança na Igreja Católica, cresci frequentando o protestantismo, espiritismo, fui modernista, estudava seitas, teologia da libertação, teorias de conspiração, maçonaria e por fim, há 15 anos atrás, tinha me tornado um gnóstico, sincrético e relativista.

Eu negava todas as igrejas, religiões e doutrinas fortemente. Quando me chamavam em certas denominações, não negava a presença, porém depois em conversa com amigos desconstruía a doutrina que pregavam. Fazia isso também na minha família. Hoje tenho 40 anos de idade.

Até que tive meu encontro pessoal com Jesus e com Maria há 2 anos na Basílica do Santuário Nacional em Aparecida participando da Santa Missa.

Meu filho Arthur apresentava Atraso Global do Desenvolvimento e indícios TEA (Transtorno de Espectro Autista), não sabíamos mais o que fazer. Choramos muito por ele apresentar esses sintomas, por não se comunicar, falar, interagir e agir como uma criança normal.

Minha esposa, de fé católica fria por causa de mim, pediu para irmos em Aparecida em julho de 2015 e fomos.

Em Aparecida, durante a Missa, senti meu coração arder de amor e paz. Sensação maior que tudo que eu já havia sentido em toda minha vida. Maior que o amor que tenho pelos meus filhos e família.

Por ser gnóstico, curioso e cético, sempre fui muito racional, porém, naquele momento, quando o padre consagrava o Pão e o Vinho, eu só conseguia olhar para a Cruz com Cristo sentindo como que um manto me envolvesse... me abraçasse... como uma mãe abraça seu filho. Eu estava com meu filho no colo. Eu chorava copiosamente e não afastava meu olhar da Cruz.

Aí pedi a Maria que, mesmo não acreditando na sua intercessão, saíssemos de Aparecida com meu Arthurzinho falando. Ele tinha quase 3 anos. Ficamos alguns dias nos arredores e voltamos para Rio das Ostras-RJ 3 (três) dias depois. Praticamente, voltei devoto de Nossa Senhora só pelo que Ela me proporcionou apresentando humildemente seu Filho a mim.

Chegando em casa, meu filho começou a falar milagrosamente. Me rendi totalmente, de corpo e alma, à Igreja de Cristo. Foi um chamado muito forte e pessoal com Cristo e Maria. Tive que ver para crer. Felizmente, trilho meu caminho em vida para voltar à Casa do Pai.

E hoje, me preparo para minha Consagração Total a Jesus pelas mãos liberais da Virgem Santíssima no dia 12/10/2017 no Jubileu.

Fonte: campanha dos Devotos

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