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A relação de amor dos Missionários Redentoristas e a Mãe Aparecida

Escrito por Marília Ribeiro

06 SET 2020 - 06H00 (Atualizada em 17 SET 2021 - 07H56)

Renan Ventura 51ª Semana Vocacional (Renan Ventura)

Os Missionários Redentoristas receberam a linda missão de zelar pela imagem de Nossa Senhora Aparecida e, nestes 127 anos, trabalham para levar a mensagem de amor, esperança e fé para todo o Brasil.

Os guardiões da Imagem demonstram sua relação de carinho e gratidão a Padroeira do Brasil no trabalho de evangelização, seja nas celebrações no Santuário Nacional ou na Basílica Velha e ainda nos meios de Comunicação: Editora Santuário, Rádio e TV Aparecida, A12, Revista de Aparecida, Jovens de Maria e Devotos Mirins.

Contar com o auxílio da intercessão de Nossa Senhora, para a maioria deles, é uma prática que começou na infância, com o incentivo da família e da catequese. Conheça um pouco da relação de amor de alguns dos missionários redentoristas com a Mãe Aparecida:

Gustavo Cabral
Gustavo Cabral
Ir. João Batista de Viveiros, C.Ss.R.


“Minha relação com Nossa Senhora Aparecida é muito afetiva, filial e carinhosa. Nasci numa família devota. Meu pai desde jovem foi Congregado Mariano e a minha mãe do Apostolado da Oração. Desde pequeno, rezávamos o Santo Terço em família. Quando senti o desejo de ingressar no Seminário, tive a oportunidade de entrar no Seminário da diocese e de outras congregações, mas ouvia a Rádio Aparecida e por isso, resisti às outras, pois queria ser Redentorista por serem os missionários de Nossa Senhora Aparecida. Tenho um carinho especial com a Mãe de Jesus. Ela me inspira e me ensina o jeito certo de seguir seu Filho. Ao me despertar, todos os dias, coloco-me sob sua proteção materna. Procuro rezar o terço todos os dias e sinto-me amado, protegido e guardado por essa mãe querida.” 

Gustavo Cabral
Gustavo Cabral
Padre Lucas Emanuel Almeida


“Trocar olhares com Nossa Senhora Aparecida é sentir o grande amor que Deus tem por nós. Ele sempre se manifesta, e quando vem a nós através de Maria nos enche de uma ternura maternal, nos abraça e nos acalma. É isso que eu sinto quando passo aos pés de Nossa Mãezinha Aparecida! Ela me renova a esperança e me ajuda a caminhar com Seu Filho Jesus, Nosso Redentor. Amo essa negrinha linda!” 

Juan Ribeiro / Divulgação TV Aparecida
Juan Ribeiro / Divulgação TV Aparecida
Ir. Alan Patrick Zuccherato, diretor de programação da TV Aparecida


“Aprendi na família, na catequese e na minha Paróquia a gostar de Nossa Senhora. De fato, “quem está perto de Maria, não está longe de Jesus”. Maria colabora no plano divino da Salvação, é a Mãe de Jesus e nossa, Mãe da Igreja, Mulher Bem-Aventurada e cheia de Graça, Estrela da Evangelização, Discípula perfeita da Palavra, a grande Missionária do Pai, nos garante sua solicitude maternal nos consolando, é nossa intercessora “agora e na hora de nossa morte” e cuida de nós constantemente, roga por nós pecadores, sendo um Perpétuo Socorro de Amor em nossas vidas. Isto alimenta uma relação filial e confiante com a Virgem Maria, a quem eu consagro todos os dias a minha Vida.” 

Gustavo Cabral
Gustavo Cabral
Pe. Reinaldo Beijamim, CSsR., promotor vocacional do Secretariado Vocacional Redentorista


“Nasci na maternidade Nossa Senhora Aparecida em Bom Repouso (MG) e cresci numa comunidade também dedicada a Mãe. Igrejinha singela, onde rezávamos o Rosário e fiz a catequese. Ainda criança, nas janelas do casarão velho onde morávamos, fazia pequenos altares a uma imagenzinha da santa. Brincava de rezar pra Mãe. Naquela prece de criança, Ela me preparava algo Maior e eu nem imaginava. Por incrível que pareça, quando comecei a ir na escola do município, tinha o nome de Nossa Senhora Aparecida. 
Como se não bastasse, na Revisa de Aparecida me senti chamado por Deus. A Mãe sempre ali, presente em minha vida, me encaminhando nas coisas de Deus. Quando eu disse sim, o primeiro seminário levava também o nome da Senhora D’Aparecida. Em 2017, fui ordenado diácono em seu Santuário Nacional e me tornei presbítero naquele Ano Jubilar dos 300 anos de seu encontro no Rio Paraíba. Comecei meu ministério em sua Basílica. Sou eternamente grato à Mãe. Servirei sempre a Deus sob o intermédio da Santíssima Virgem. Amo Nossa Senhora Aparecida!” 

Ivan Simas
Ivan Simas
Pe. Inácio Medeiros, diretor da Rádio Aparecida


"Minha devoção a Nossa Senhora, assim como muitas coisas boas que a gente recebe do berço, veio do seio de minha família. 
Minha mãe era grande devota de Nossa Senhora e minhas irmãs mais velhas rezavam o terço ou como se dizia "puxavam o terço" nas ocasiões especiais lá no bairro rural onde eu nasci. Quando eu entrei no seminário, ainda menino, fui sendo formado na escola de grandes redentoristas, que sabiam incutir na gente este amor imenso por Nossa Senhora. Conheci muitos confrades que rezavam e rezavam muito, alguns deles sempre com o terço nas mãos. Quando comecei a trabalhar nas Santas Missões, sempre me chamava a atenção a forma carinhosa e afetiva como as pessoas e comunidades recebiam a imagem missionária de Nossa Senhora. Mais tarde, eu mesmo tive a oportunidade de acompanhar a imagem peregrina em muitas cidades e paróquias. Tudo isso só fez por reforçar o carinho e o amor que eu também sinto por Nossa Senhora Aparecida e sempre confio a ela o meu sacerdócio e a minha vocação.”

A12
A12
Padre Ferdinando Mancílio, diretor de periódicos da Editora Santuário


“Fui educado desde minha infância, principalmente por minha mãe, de não começar o dia sem me dirigir a Deus e também a Nossa Senhora. Se a gente não tivesse rezado, ela não deixa a gente tomar café. Tinha de rezar primeiro. 
Como criança a gente não entende direito, mas a Catequese nos amadurece, e hoje a gente entende que é impossível ser cristão sem a oração. Os grandes místicos sempre eram homens de oração. Aí entra o sentido de Nossa Senhora na minha vida pessoal, pois a consagração a Maria eu tinha de rezá-la todos os dias, senão minha mãe me cobrava, e muito: “Ó Senhora minha, ó minha Mãe, ...”. Certo é que isto me educou a amar Nossa Senhora e a compreender um pouco o mistério maternal de Maria. Sempre tive um olhar voltado para Maria. Como redentorista, seguindo a tradição alfonsiana, fui aprendendo a gostar ainda mais de Maria. Hoje tenho a graça divina de ser redentorista, e de estar trabalhando na terra e Casa de Maria, pois ela é a Senhora desta cidade, a primeira morada. Quem não gosta de Nossa Senhora Aparecida e mora em Aparecida, pode buscar outro lugar, pois esta cidade é dela. 
Amar Nossa Senhora faz bem, nos aproxima de Jesus, e nos ajuda a ser humildes!” 

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