Por Polyana Gonzaga Em Notícias

Dom Damasceno fala da Ascensão do Senhor e recorda Dia Mundial das Comunicações

Foto de: A12.com

Missa Dom Damasceno

 

O Arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Cardeal Raymundo Damasceno de Assis, presidiu neste domingo, 1º de junho, a missa das 8h, no Altar Central, do Santuário Nacional de Aparecida.

Os membros do VIII Congresso Mariológico da Academia Marial de Aparecida participaram da celebração.

Neste domingo, a Igreja celebra a Solenidade da Ascensão do Senhor e o Dia Mundial das Comunicações Sociais. Em sua homilia, Dom Damasceno destacou que com a Ascensão termina o tempo da presença visível de Jesus na terra e inaugura uma nova etapa da história da salvação, a última etapa até a segunda vinda de Cristo, no final dos tempos.

“É o tempo da missão da Igreja. Cristo continua presente e atuante na sua Igreja por meio do Espírito Santo que Ele enviará aos apóstolos e à Igreja nascente para que o Evangelho seja anunciado em todo o mundo”.

“Fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei. Eis que eu estarei convosco todos os dias até o fim do mundo” (Mt 28,19-20).

Dom Damasceno lembrou que o Papa Francisco tem insistido muito que nós cristãos devemos sair, ir ao encontro do homem de hoje. Sair além dos limites das nossas paróquias para ir ao encontro daqueles que também esperam ouvir a boa notícia do Evangelho.

“Pelo batismo e pela crisma somos discípulos de Jesus Cristo, mas podemos e devemos ser, cada vez mais, discípulos de Jesus Cristo, assumindo com maior consciência e responsabilidade nossos compromissos de cristãos, no mundo de hoje”, completou.

Sobre a mensagem para o dia Mundial das Comunicações, Dom Damasceno afirmou que o Papa Francisco nos indica que o mundo vai se tornando sempre menor e nós estamos sempre mais pertos uns dos outros.

“Não basta multiplicar as conexões para desenvolver a compreensão recíproca entre as pessoas e as relações autênticas. Se a comunicação não nos torna mais próximos uns dos outros, se não nos faz viver a proximidade, então, ela não responde à sua vocação humana e cristã. Abrir as portas das Igrejas significa também, segundo o Papa Francisco, abri-las no ambiente digital”.

O Cardeal pediu aos fiéis que sejam mais discípulos missionários de Jesus Cristo, abertos à missão sem-fronteiras, dispostos a ir a outra margem, às periferias geográficas e existenciais, onde Cristo não é reconhecido como Deus e Senhor, e a Igreja não está presente.

“Com Maria, discípula e missionária perfeita, queremos obedecer ao mandato missionário de seu Filho”. Vão e façam discípulos todos os povos”, concluiu citando o Documento de Aparecida (DA 364).

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