Por Elisangela Cavalheiro Em Notícias

Obra da Cúpula Central é “uma grande catequese sobre a Redenção”

Nesta sexta-feira (02) jornalistas de diversos veículos de comunicação do Vale do Paraíba puderam conhecer de perto o andamento da obra da Cúpula Central do Santuário de Aparecida. Acompanhados pela assessoria de imprensa do Santuário Nacional, pelo administrador-ecônomo, padre Daniel Antônio e pelo engenheiro responsável pela obra, Eric Pieri, os jornalistas e cinegrafistas subiram pela gigantesca estrutura metálica e puderam tocar com as próprias mãos o imenso mosaico.

 

Por Cúpula Central entende-se as obras da cúpula e do baldaquino, que são os quatro pilares que sustentam a grande cúpula. Seu projeto artístico chama a atenção não somente pelo seu esplendor, mas principalmente pela mensagem que deseja transmitir.

Com 34 metros de diâmetro, 109 metros de circunferência e 72 metros de altura, a cúpula é ponto para onde tudo converge na Basílica, o Altar Central. É nesse lugar, onde o pão e o vinho se transformam no Corpo e Sangue de Jesus Cristo, que significa o centro de toda a vida cristã. Também nesse lugar, a administração do Santuário Nacional sonhou um projeto artístico que recordasse o mistério da Redenção de Cristo.

Padre Daniel Antônio explicou ao A12 sobre o simbolismo que carrega a obra da Cúpula Central. "Essa grande obra da cúpula e do baldaquino na verdade é uma grande catequese. Ali a gente tem uma grande catequese sobre a Redenção, principalmente na cúpula e no baldaquino. É uma conscientização sobre o que a Igreja pensa, o que a gente entende a partir da Redenção de Jesus, que Ele nos oferece. Essa Redenção não é só para nós seres humanos, é uma Redenção para toda a criação. Nós somos administradores do cosmos, nós somos administradores desse grande presente que Deus nos deu que é o mundo. Então ali representado, na arte, está a flora e a fauna brasileira, justamente pra nos recordar que na nossa oração, no nosso dia a dia e na nossa consciência cristã, que a Redenção acontece não só para nós, mas para todo o cosmos criado por Deus", assinalou.

 

A obra será apresentada ao povo brasileiro no dia 12 de outubro de 2017, na celebração do jubileu de 300 anos.

Essa é a segunda visita aberta aos profissionais de comunicação na cúpula, e teve como motivo mostrar mais detalhes da obra em sua reta final. Depois de três anos, os cerca de dois mil metros quadrados de revestimento em mosaico, feito artesanalmente, chegarão ao seu final. Até dezembro desse ano, toda a estrutura de andaimes será retirada da cúpula e restará apenas a obra do baldaquino. Com isso, poderá ser vista toda a obra em sua totalidade. Porém, essa parte da obra será apresentada ao público apenas em 2017, quando todo o baldaquino for terminado. Por enquanto apenas um baldaquino pode ser visto na Basílica.

A data para que essa obra seja apresentada ao povo brasileiro e aos devotos da Mãe Aparecida já está marcada: 12 de outubro de 2017, na celebração do jubileu de 300 anos.

Ao conhecer de perto a Cúpula Central é possível perceber como a obra feita de mãos humanas conduz ao encontro com Deus. A árvore da vida, o centro da obra, apresenta ao seu redor, pássaros da fauna brasileira, que se dirigem a ela para ali se abrigarem, uma clara referência aos peregrinos que vêm a Aparecida para aqui se refugiarem e renovar a sua fé.

Conheça mais sobre essa obra que é custeada com a colaboração da Campanha dos Devotos: 

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