Por Tijolinho Em Catequese

Santa Mônica: padroeira das mães cristãs




A mãe é o coração do lar. O amor, carinho e cuidado dessas grandes mulheres de fé fortalecem a esperança e a devoção dos filhos.

Na história da Igreja, temos exemplos de mães de família que doaram tudo que tinham, para o bem do lar. Mesmo em meio a tantas adversidades, a oração não cessou. Uma dessas mulheres de fé é Santa Mônica!

Mônica nasceu no ano de 331, em Tagaste, em um lar cristão. Casou-se com um homem pagão, que a maltratava. Firmada em Deus e na certeza de que Ele faria o melhor em seu lar, ela resistiu e teve a graça de ver a conversão e batismo do marido no fim da vida.

Ela teve três filhos: Navígio, Perpétua e Agostinho.

Conversão de Santo Agostinho:

Com 16 anos, Agostinho saiu de casa para continuar os estudos. Essa ação fez com que o jovem tivesse contato com o mundo dos vícios.

O coração de Santa Mônica ficava sempre apertado ao ouvir as notícias do que o filho fazia. Em meio as lágrimas e direções espirituais, Santa Mônica ouvia as seguintes palavras: “Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas”.

Graças a intercessão e perseverança de Santa Mônica, Santo Agostinho sentiu-se interessado pelos sermões de Santo Ambrósio, que foi responsável pela conversão e início de Agostinho na vida cristã. Ele, que viria a ser tempos depois, também um grande santo de nossa Igreja.

Que a exemplo de Santa Mônica, todas as mães possam sempre permanecer fiéis a Deus, e na intercessão pelas suas famílias. 

Santa Mônica, rogai por nós! 

Seja o primeiro a comentar

Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.

0

Boleto

Reportar erro! Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou
de informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:

Por Tijolinho, em Catequese

Obs.: Link e título da página são enviados automaticamente.