ANO LITÚRGICO A
A PALAVRA: DOS OUVIDOS AO CORAÇÃO!
Quanta gratidão ao querido Pai pela Ascensão de seu Filho, que assim volta para a plena convivência trinitária nos céus! Mas São Paulo nos sugere: peçamos a Ele-Pai que nos dê “um espírito de sabedoria”, abra-nos o coração para percebermos a esperança que Ele nos garante, a riqueza da glória em nossa “herança com os santos”, o imenso poder que Ele “exerceu em favor de nós que cremos”.
Mas o que tão grandioso fez por nós? Ele ressuscitou Jesus, “vencedor do pecado e da morte”, e o fez “sentar-se à sua direita”. E agora sim a grandiosidade “fez dele a Cabeça da Igreja, que é seu corpo, a plenitude daquele que possui a plenitude universal”.
Você conseguiu entender? Se não, que caiba em seu coração! Na união mais profunda e vital possível, o Pai nos une a seu Filho ressuscitado, sentado à sua direita. União como a dos membros de um corpo, com a cabeça desse mesmo corpo. Que maravilha! Então, o Jesus total não mais existe sem nós, seus membros. Jesus tem sua “plenitude universal” apenas contando conosco. Nós-membros não mais existimos, pra valer, sem nossa Cabeça!
Dia assim de “santa alegria e fervorosa ação de graças”, pois na Ascensão do Filho, nossa humanidade foi elevada para junto do Pai! Ele nos precedeu “como nossa Cabeça”, assim nos chama e nos espera “para a glória como membros do seu corpo”; “abriu-nos o caminho para onde ele mesmo está”.
A nós resta, ainda como gratidão ao Pai, realizar o maior esforço que nos seja possível, de nos unir vitalmente a Jesus. E tempo para essa chance imperdível é nossa vida de peregrinos na terra.
Abraçar o testamento que Jesus nos confia exatamente em sua Ascensão. O tempo visível dele aqui terminara, mas não sua missão. Seu coração divino-amoroso não concebia que sua irmã-humanidade, seu Corpo que continuava na terra, nem sequer soubesse desse plano, a partir dele, que o Pai sonhara para todo ser humano.
Sim, pede aos Apóstolos, às primícias de sua Igreja, que não se afastem de Jerusalém, antes de receberem a promessa do Pai, serem batizados “com o Espírito Santo” para serem suas “testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e na Samaria, e até os confins da terra”. Então, que vão e façam discípulos seus “todos os povos”, membros dele-Cabeça, batizando-os, mergulhando-os já na Trindade, ensinando-lhes o que Ele mesmo ordenara, o Caminho para o Pai, caminho que é Ele mesmo.
Pai, obrigado! Espera-nos, não queremos decepcionar-te ou, muito menos, perder essa chance única de vida plena que nos ofereces, amém.
Pe. Domingos Sávio, C.Ss.R.
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