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Norte e Nordeste serão os mais prejudicados com o fim do Auxílio Emergencial

Escrito por Rádio Aparecida

12 JAN 2021 - 13H44 (Atualizada em 12 JAN 2021 - 14H30)

Shutterstock auxílio emergencial (Shutterstock)

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O desempenho econômico do Norte e Nordeste deve ser o mais prejudicado com o fim do Auxílio Emergencial, que teve a sua última parcela depositada no mês de dezembro. Sem a ajuda do Governo Federal, as duas regiões preveem uma forte queda na renda e um crescimento mais baixo do que a média nacional neste ano.

Estudo realizado pela consultoria Tendências aponta que o rendimento dos moradores da região Norte saltou 13,1% no ano passado, enquanto que o dos habitantes do Nordeste cresceu 8,3%. Em 2021, porém, os dados apontam para uma reversão: a renda do Norte vai despencar 8,5% e a do Nordeste, 8%. Como comparação, a renda de todo o Brasil cresceu 4,6% no ano passado e deve recuar 3,7% em 2021.

Gil Castelo Branco, especialista em finanças públicas, fala sobre o assunto:

- Um estudo do IPEA aponta que quase 3 milhões de domicílios sobreviveram, em novembro, apenas com o valor do auxílio emergencial. Especialmente no norte e nordeste do país os dados são mais alarmantes. O fim do benefício deve abrir aí, portanto uma lacuna preocupante no orçamento das famílias mais pobres?

- Os impactos podem ser ainda maiores devido à situação crítica que se encontra também o mercado de trabalho

- Reformas importantes, que poderiam reduzir as despesas obrigatórias e aumentar o potencial de crescimento do país, seguem paradas no Congresso Nacional, isso prejudica ainda mais a situação, de que forma?


Especialista avalia projetos de lei que discutem novas regras para polícias Civil e Militar

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O Congresso deve votar este ano projetos de lei orgânica que definem regras nacionais para as polícias civil e militar. As propostas trazem mudanças na estrutura das polícias, como a criação da patente de general e de um Conselho Nacional de Polícia Civil ligado à União.

O Coronel José Vicente, coronel da reserva da PM-SP, ex-secretário nacional de segurança pública e mestre em psicologia social (USP) analisa este tema conosco.

- Estes projetos podem reduzir o poder dos governadores sobre as forças policiais dando maior autonomia para elas? Isto seria positivo ou negativo?

- Com esse projeto as regras de promoção seriam unificadas a nível nacional e haveria a necessidade de curso superior para ingresso nas forças policiais?

- O novo modelo é defendido por aliados do governo? É possível que ele seja aprovado este ano?

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