Por Redação A12 Em Evangelhos Atualizada em 22 SET 2017 - 09H07

Evangelho em Libras | 25º Domingo do Tempo Comum – Ano A


Reflexão: Pe. Luiz Camilo Jr - C.Ss.R
Intérprete: Kiara Maria Socuta Quintanilha



Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos: “O reino dos céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha. Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, e lhes disse: ‘ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for justo’. E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três horas da tarde, e fez a mesma coisa.

Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ eles responderam: ‘porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘ide vós também para a minha vinha’.

Quando chegou à tarde, o patrão disse ao administrador: ‘chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’

Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata.

Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: ‘estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’.

Então o patrão disse a um deles: ‘amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’

Assim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”.


— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

Reflexão
O Evangelho deste 25º Domingo comum nos convoca a rever nossas atitudes em relação a Deus e ao próximo e perceber se estamos respondendo ou não aos apelos que Deus nos faz. Ele nos chama a qualquer hora, em qualquer momento da nossa vida e nos trata de acordo com sua justiça. 
Refletimos que os nossos procedimentos, nossa maneira de pensar e ver o mundo não é a mesma de Deus. Deus age diferente de nós. A justiça em Deus é olhar pelos que mais necessitam sem menosprezar ninguém. Deus trata a todos com igualdade, e não leva em conta a quantidade das coisas que se faz, mas sim a necessidade que cada um tem.
O caminho de Deus está acima de nosso caminho, e seu agir vai além dos nossos pensamentos. Por isso, às vezes, fica difícil de entender esta parábola que mostra um patrão que pagou igual o trabalhador que trabalhou o dia inteiro e o que trabalhou apenas uma hora. Ao nosso olhar humano parecer ser uma grande injustiça, mas não é bem assim. Ele agiu com bondade e quis dar a mesma coisa para o outro que trabalhou apenas uma hora. Todos estavam desempregados, todos eram necessitados. Pois a justiça em Deus é muito mais do que cumprir o preceito de uma lei, mas sim conseguir alcançar a necessidade de uma vida.
Deus nos surpreende, oferecendo para todos o mesmo amor. Esta parábola é dita num contexto das comunidades de Mateus, onde uns se achavam melhores do que os outros e com mais direitos por se julgarem da raça do povo eleito. Estes achavam que os cristãos vindos do paganismo, os pecadores convertidos, não mereciam receber o mesmo tratamento na comunidade que era dado aos cristãos de origem judaica. Mas Jesus tratava a todos igualmente, independente de quem fosse e do tempo que estavam junto dele. 
Quando entendemos o que Jesus quis dizer com esta parábola, compreendemos que devemos acolher e dar prioridade a quem está chegando à comunidade.Os novos precisam de mais atenção para poder perseverar.

.:: Salmos em sua essência - 25º Domingo do Tempo Comum - Ano A

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