ANO LITÚRGICO A
A Palavra: dos ouvidos ao coração!
Na parábola da figueira do Evangelho de hoje, quem representa Deus é o empregado. Diante da impaciência do patrão, aquele empregado intercede pela videira, acreditando que ela poderá produzir frutos. Todavia, se os frutos não vierem, será cortada. A parábola da figueira estéril é uma provocação a não viver uma vida vazia, sem compromisso com Deus e com os necessitados. Deus é paciente e misericordioso, mas a nossa vida terrena é passageira: qualquer momento poderá ser o nosso último momento aqui na terra. Assim, a nossa conversão não poderá ser um ideal do futuro, mas um compromisso diário. São Paulo nos recorda que “cada um de nós recebeu a graça na medida em que Cristo lhe deu”. A graça recebida não pode ficar ofuscada, pois um dia seremos recompensados ou cobrados pelas nossas atitudes.
Coleta
Ó DEUS, que fortalecestes o bispo Santo Antônio Maria Claret com admirável caridade e paciência na evangelização dos povos, concedei que, por sua intercessão, busquemos o que é vosso e nos apliquemos com todo empenho em conquistar irmãos e irmãs para Cristo. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
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