ANO LITÚRGICO A
A Palavra: dos ouvidos ao coração!
A aparente piedade dos mestres da Lei e fariseus encobriam corações dominados por hipocrisias e injustiças. Eles eram preocupados em cumprir rituais, se julgavam justos, mas não viviam aquilo que pregavam. Por Jesus Cristo, são chamados de sepulcros caiados – bonitos por fora, mas cheios de podridão por dentro. Jesus censura a religião de aparência. São Paulo, na primeira leitura, exorta os cristãos a não abandonarem a tradição recebida, e a trabalharem para o próprio sustento. A expressão: “quem não quer trabalhar, também não deve comer” lembra pessoas que acreditavam na volta iminente de Jesus, sem tempo para mais nada. As leituras nos provocam a rever nossas atitudes e a testemunhar com ações a fé que professamos com palavras. O falar é importante, mas é o agir que faz a diferença.
Coleta
Ó DEUS, que unis os corações dos vossos fiéis num único desejo, concedei ao vosso povo amar o que ordenais e esperar o que prometeis, para que na instabilidade deste mundo nossos corações estejam ancorados lá onde se encontram as verdadeiras alegrias. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
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