ANO LITÚRGICO A
A Palavra: dos ouvidos ao coração!
Se Jesus fosse apenas humano, como o reduziam os mestres da Lei, daríamos razão a eles. Sim, um ser humano, por si, não tem poder de fazer algo que é só de Deus: perdoar pecados, pois o perdão é fruto de absoluta gratuidade no amor. Mas agora demos razão à multidão que, com medo, glorifica a Deus, “por ter dado tal poder aos homens”. Se não fosse assim, Jesus nos estaria pedindo o impossível, pois nos propõe perdoar e sempre! Na primeira leitura, os incomodados com a Palavra profética que lhes desnudava a própria maldade, tentam apagar, sufocar essa Palavra. Mas Amós, convicto de que sua vocação-missão profética vinha de Deus, não se intimida e vai até o fim em sua denúncia e consequente proposta de conversão e recomeço de vida, mais centrado nos caminhos do Senhor.
Coleta
Ó DEUS, pela graça da adoção nos tornastes filhos da luz; concedei que não sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
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