ANO LITÚRGICO A
A Palavra: dos ouvidos ao coração!
Grande lição de realismo, de despojamento, de desapego, nós temos nestas palavras: “Nu eu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei para lá”. Se o Senhor, em uma circunstância da vida nos concede bens, e em uma outra permite que os percamos, “bendito seja o nome do Senhor!” À discussão dos discípulos sobre quem era o maior entre eles, Jesus propõe que o único critério de grandeza esteja não no superar ou vencer o outro, mas no acolhê-lo. A criança era desprezada naquele tempo. E Jesus, que não pretende deixar nenhuma sombra de dúvida em sua proposta, toma exatamente uma criança e a coloca junto de si. E declara que quem recebe uma delas em seu nome, é a Ele que acolhe, e quem o acolhe, está sim acolhendo aquele que o enviou, isto é, o Pai do céu. Está já vivendo a convivência do céu na terra.
Coleta
Ó DEUS, que mostrais vosso poder, sobretudo, no perdão e na misericórdia, derramai em nós a vossa graça, para que, correndo ao encontro das vossas promessas, mereçamos participar dos bens celestes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
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