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Campanha Março Azul-Marinho conscientiza a prevenção do câncer colorretal; confira o TJ Aparecida

Estimativa do INCA prevê cerca de 50 mil casos da doença no Brasil em 2026

Escrito por TV Aparecida

10 MAR 2026 - 16H12

Reprodução TV Aparecida

Dentre as cores de conscientização do mês de março, temos a campanha do Março Azul-Marinho, sobre a prevenção e diagnóstico precoce do câncer colorretal. O TJ Aparecida trouxe informações e detalhes sobre a doença e as ações preventivas.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), em 2026 o Brasil poderá registrar cerca de 50 mil casos do câncer colorretal. Assim, a doença se torna o terceiro tipo de câncer mais frequente no país depois dos tumores de mama e o de próstata.

A doença intestinal, quando descoberta precocemente, garante chances de tratamento e cura ao paciente. Olavo Salomon, médico coloproctologista, explicou como funciona o tumor e quais cuidados devemos seguir diante o diagnóstico:

“O câncer colorretal começa bem lentamente e, normalmente, inicia com um pólipo, que é uma verruguinha do nosso intestino. Assim, ele vai progredindo, evoluindo lentamente ao longo de muitos anos, cerca de 8 a 10 anos aproximadamente desde a verruguinha até, de fato, virar um câncer. O principal sintoma é algum tipo de sangramento espontâneo na evacuação ou mudanças do átomos intestinal.”

Além desses sintomas, outros que se deve atenção são as dores ou desconforto abdominal contínua, perda de peso sem causa aparente, fadiga e sinais de anemia. Para a prevenção da doença, é necessário exames de rotina, como a colonoscopia.

“A colonoscopia deve ser feita como rotina a partir dos 45 anos de idade para toda população, e depois a cada 5 anos, ou conforme os exames. E outra situação também é se você tem algum familiar que teve câncer comprovado de intestino. Então, se existe algum parente com esse tipo de problema, o ideal é fazer a partir dos 40 anos de idade”, informou o especialista.

Fatores de risco:

• Sedentarismos e obesidade;

• Consumo excessivo de álcool e tabagismo;

• Alto consumo de carne vermelha;

• Alimentação de ultra processados pobre em fibras, além dos hidrogenados como os alimentos em conserva;

• Histórico familiar na doença.


Acompanhe maiores detalhes do assunto na íntegra:

“TJ Aparecida”, de segunda a sexta-feira, às 16h45

:::Saiba mais sobre as reportagens no Instagram @jornalismotvaparecida

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