O continente americano apresenta um avanço para casos de sarampo, que alertam o sistema de saúde do Brasil. No início de março, o país registrou um caso importado do vírus em São Paulo (SP). O TJ Aparecida trouxe mais detalhes e dados sobre a doença.
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), um pouco mais de mil casos foram registrados até fevereiro de 2026. Assim, emitindo um sinal de alerta a todos os países do continente. No começo de março, uma bebê de seis meses de idade foi confirmada com sarampo após uma viagem para a Bolívia em São Paulo (SP). A criança não estava vacinada contra o vírus, considerada a forma mais eficaz para combater a transmissão entre as pessoas.
Gonçalo Vecina, médico sanitarista, explicou sobre a importância da vacina e os cuidados necessários para uma medida preventiva em relação aos aumentos de casos nos países do continente:
“A vacinação do Brasil voltou a ter níveis elevados e a população está coberta contra o sarampo. Porém, como a vacinação caiu muito nos países da América Latina e América do Norte, como Canadá e Estados Unidos, é frequente ter uma circulação do vírus nesses países. E, eventualmente, acontece o que aconteceu, a criança estava com sarampo e veio a terminar a doença dela aqui no Brasil com possibilidade de transmissão para outras pessoas. Por sorte, ela não se relacionou com crianças não vacinadas, então não tivemos a reprodução de outros casos”, complementou o especialista.
O risco não se limita apenas às crianças, mas a adultos que não foram vacinados, que podem desenvolver formas mais graves em caso de sarampo, com complicações como inflamações no cérebro e nas meninges.
“Os principais sintomas são como os sintomas gerais de um quadro gripal, com febre, tosse e dor de garganta. E depois, a erupção, que são os pontinhos vermelhos que aparecem no corpo. Temos que nos preocupar, principalmente, com uma coisa que é pouco falada, que são os adultos não vacinados”, alertou.
A recomendação para as pessoas que possuem o esquema vacinal incompleto, é que devem procurar os serviços de saúde para regularizar a imunização. Por mais que o Brasil possua o certificado livre da doença desde 2024, o trabalho com campanhas de vacinação por todo país é constante, justamente para evitar que novos surtos de sarampo ressurjam.
Vacinação:
Seguindo a carteira de vacinação, a primeira dose deve acontecer aos 12 meses de idade, com a tríplice viral, que além do sarampo protege contra rubéola e caxumba. Após isso, a dose de reforço deve ser aplicada aos 15 meses.
Depois desse período, pessoas de 5 a 29 anos, recebem imunização com duas doses com intervalo de 30 dias entre elas. E, para os adultos de até 59 anos, a imunização é feita apenas com uma dose.
“TJ Aparecida”, de segunda a sexta-feira, às 16h45
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