Jornal Santuário

As aquarelas de Veruschka Guerra para o Pequeno Príncipe!

Escrito por Mariana Bastos

24 AGO 2016 - 16H24 (Atualizada em 28 SET 2022 - 10H21)

Reprodução/ Veruschka Guerra

O livro O Pequeno Príncipe é conhecido no mundo inteiro. Traduzido para mais de 200 idiomas, foi publicado na década de 1940, nos Estados Unidos, com o título original Le Petit Prince.

A obra do francês Antoine de Saint-Exupéry, marcada pelo seu conteúdo poético e filosófico, debate a fantasia, a infância, o valor das coisas importantes e o tempo que dedicamos a elas.

A edição publicada pela Editora Santuário traz aquarelas da ilustradora brasileira Veruschka Guerra.

O processo criativo: sonho, delicadeza e profundidade

A brasileira partilhou, em entrevista ao Portal A12, como foi o seu processo de criação e execução das ilustrações:

"Fazer este livro é um sonho realizado! A delicadeza e profundidade desta história sempre me tocou o coração e, por isso, foi um presente pintá-lo.

O processo da criação das imagens para o livro do Pequeno Príncipe não foi fácil, porque este livro, em particular, é extremamente conhecido no mundo inteiro e suas ilustrações se tornaram marcantes.

Decidi seguir a base do trabalho de Exupéry com aquarela e criar ilustrações seguindo as cores do original, mas à minha maneira de desenhar. Um desenho mais clássico", explicou Veruschka Guerra.


Reprodução/ Veruschka Guerra
Reprodução/ Veruschka Guerra

Ela também destacou como fez para que o traço do autor original da obra estivesse presente também nesta edição:

"Como o autor fala muitas vezes do seu próprio desenho, decidi incluir suas ilustrações como parte do livro, acrescentando a mão que desenhou, o pincel, o lápis, para que houvesse coerência com a história. Tudo teve de ser muito bem pensado, ponderado e, por isso, também a imagem do piloto é a do próprio autor, Exupéry.

Para que se tornassem mais marcantes, os personagens dos planetas tiveram cores bem definidas, como também a passagem do Pequeno Príncipe pela Terra em tons de amarelo, para que se encaixasse bem no clima do deserto e no campo de trigo, com a raposa tão conhecida.

Enfim, cada parte deste livro foi um desafio, e foi uma delícia vivenciá-lo", disse a ilustradora.


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