Por Redação A12 Em Jornal Santuário Atualizada em 26 ABR 2019 - 15H02

Entenda a devoção à Divina Misericórdia


Immaculate/Shutterstock
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Irmã Faustina teve várias experiências místicas que estão escritas em seu diário. A religiosa faleceu em 1938, aos 33 anos. Logo após sua morte, o arcebispo de Varsóvia autorizou o culto à Divina Misericórdia.

O diário e os demais escritos de Faustina foram enviados para serem analisados pelo Vaticano. A devoção acabou por popularizar-se em toda a Polônia. Em 1959, essa devoção, por erro de interpretação, acabou por ser suspensa e o diário de Santa Faustina foi colocado entre os livros proibidos. Entretanto, em 1965, o então arcebispo de Cracóvia, Karol Wojtyla, futuro Papa São João Paulo II, reabriu o processo sobre as visões de Irmã Faustina, dando novas luzes a essa devoção. 


No ano de 1978, um decreto do Vaticano reabilitou a devoção à Divina Misericórdia. Irmã Faustina foi beatificada em 1993 e, em 2000, foi canonizada pelo Papa João Paulo II, quando também foi promulgado o decreto que estabelece o segundo domingo de Páscoa como o Domingo da Divina Misericórdia.


Rezemos, pedindo para que possamos colher os frutos da Divina Misericórdia de Deus em nossas vidas.


Daniel Siqueira é leigo católico, formado em Filosofia pela PUC-Campinas
e em Teologia pelo Instituto Teológico São Paulo (ITESP)

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