Por Deniele Simões Em Notícias

CNBB emite mensagem aos diáconos permanentes

O bispo de São Luís (MA) e presidente eleito de Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária, dom Esmeraldo Barreto de Farias, falou sobre a contribuição que os diáconos permanentes têm dado à Igreja no Brasil.

Foto de: Deniele Simões / JS

Dom Esmeraldo - Deniele Simões JS

Dom Esmeraldo Barreto de Farias: "O Concílio Vaticano II
retoma o diaconato permanente por perceber que esse
ministério é importante na vida da Igreja"

Dom Esmeraldo participou da coletiva de imprensa desta quinta-feira, dia 23 de abril, na 53ª AG e repercutiu a mensagem emitida pela presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil direcionada ao diaconato permanente. 

Atualmente, existem 3.400 diáconos permanentes no Brasil, que estão presentes em mais de 160 dioceses. A função é exercida por homens compromissados com a Igreja e que podem ser casados ou não.

O bispo de São Luís recordou o Concílio Vaticano II que restaurou a função dos diáconos permanentes. Antes, a função era provisória e exercida pelo próprio clero.

Ele ressaltou que, na Igreja primitiva, a função do diaconato era bastante presente na Igreja, mas deixou de existir por volta do ano 1.300. “O Concílio Vaticano retoma isso por perceber que esse ministério é importante na vida da Igreja”, salienta.

Dom Esmeraldo repercutiu a mensagem expedida pela Conferência, explicando que o papel do diaconato está intimamente relacionado ao ato de servir e ao anúncio do Evangelho. “É o anúncio pelo testemunho, palavra que proclamamos e por tudo aquilo que celebramos também”, diz.

O presidente eleito da Comissão ressaltou que o ato de servir tem relação com dois pontos. O primeiro é a encarnação, já que Jesus vive a realidade humana.

O segundo está relacionada à gratuidade com que Cristo vive sua missão, assim como deve acontecer com os ministérios ordenados, que inclui bispos, sacerdotes e diáconos.

Mensagem

A mensagem dirigida aos diáconos permanentes recordou a importância do trabalho dos diáconos para o serviço na Igreja e também como acolhimento da vocação batismal. “Recomendemos, pois, que essa vocação seja valorizada, apresentada, cultivada e vivenciada na comunhão da Igreja missionária”, diz um dos trechos da mensagem.

Dom Esmeraldo lembrou que as Diretrizes da CNBB para a atuação do diaconato foram renovadas através do documento 96, durante a 49ª Assembleia Geral, em 2011.

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