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Saiba detalhes sobre a campanha da Fraternidade

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A Campanha da Fraternidade nasceu por iniciativa de dom Eugênio de Araújo Sales, em Nísia Floresta, Arquidiocese de Natal (RN), em 1964, como expressão da caridade e da solidariedade em favor da dignidade da pessoa humana, dos filhos e filhas de Deus.

Assumida pelas Igrejas Particulares da Igreja no Brasil, a Campanha da Fraternidade tornou-se expressão de comunhão, conversão e partilha. Comunhão na busca de construir uma verdadeira fraternidade; conversão na tentativa de deixar-se transformar pela vida fecundada pelo Evangelho; partilha como visibilização do Reino de Deus que recorda a ação da fé, o esforço do amor, a constância na esperança em Cristo Jesus.

A Campanha da Fraternidade tem hoje como objetivos permanentes: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho;

Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária (todos devem evangelizar e todos devem sustentar a ação evangelizadora e libertadora da Igreja)”.

Coleta da solidariedade

O tempo da quaresma é um tempo penitencial e a verdadeira conversão deve produzir frutos (cf. Mt 3,8). O primeiro gesto concreto de conversão quaresmal para os discípulos missionários é a participação na vida da comunidade que serve e celebra. O segundo é a oferta de doação em dinheiro na coleta da solidariedade, a ser realizada no Domingo de Ramos.

Esta coleta é destinada aos pobres. Por meio deste gesto concreto, a Igreja dá um testemunho de fraternidade e aponta o caminho cristão da partilha (cf. At 2,45) para a superação das grandes desigualdades presentes nas estruturas da sociedade brasileira.

A coleta não se resume a mera doação. Deve expressar o empenho quaresmal de conversão.

É necessário motivar a comunidade para a coleta. A prestação de contas da destinação dos recursos dos Fundos Nacional e Diocesano de Solidariedade, a distribuição de envelopes, e dinâmicas segundo o critério da comunidade podem contribuir para uma coleta mais consciente e participativa.

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