Por Portal A12 Em Comportamento

Inteligência emocional e motivação

A inteligência emocional é o que nos guia para alcançar nossos objetivos. Sua base é composta pela compreensão de nossos sentimentos; nossa forma de entender o que sentimos, de lidar com as emoções e evitar conflitos. Sem ela, há desequilíbrio. A vida é feita de relacionamentos, troca de favores e contato interpessoal. Por isso, é preciso ter foco: saber ser sensato e praticar a afetividade diariamente.

Já a motivação pessoal está diretamente ligada com a motivação diária, sendo ela um ato exclusivamente solidário. Solidário porque, quando se dá alegria e força de vontade ao próximo, recebe-se de volta. É como em um jogo de tênis, onde os dois adversários, inimigos ou não, respondem à bola que acabou se ler lançada. Quando um dos adversários está animado, ele motiva o jogo, e deixa o outro motivado também. O mesmo pode acontecer se um dos dois está desanimado, transformando o jogo em um duelo pacato.

Não que as relações precisem ser como um duelo. Mas precisa ter ambição, coragem e domínio das técnicas para se “manter” no jogo da vida.  Quando desestabilizamos, deixamos que nossas emoções instáveis reflitam nos estudos, no trabalho e nas relações pessoais. Transformamos nosso cotidiano e, às vezes, afetamos até quem está próximo para nos apoiar.

Compreender o processo de nossa relação com a motivação pessoal e a inteligência emocional é fundamental para nos transformar como seres humanos. E isso não é tão difícil quanto parece: basta refletirmos diariamente e agirmos de forma sensata.

Por exemplo: ser emotivo e ficar emocionado são dois aspectos bons, que podem ser considerados positivos para a vida, desde que as emoções sejam fruto de sentimentos saudáveis. Diferente se for por mágoa, tristeza, arrependimento ou pena de si mesmo. Os sentimentos tomam conta do nosso estado de espírito – os bons provocam boas ações, os maus, não, pois impedem o nosso sucesso (profissional, pessoal e emocional). E filtrar o bom e o ruim nem sempre é simples.

Diferenciar os sentimentos reflete em nossas atitudes. Então, a dica da vez é agir com bom senso: em todas as ocasiões cotidianas precisamos refletir, respeitar regras de convivência, sermos participativos, evitarmos situações de conflito e, principalmente, sermos agentes motivadores de mudanças e desenvolvimento.

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