Por Douglas Maciente Em Jumi

JUMI - O que vem pela frente

A Caminhada da Esperança atingiu seu objetivo: unir a juventude para participar da Igreja, em resposta ao pedido do Papa Francisco, e despertar o jovem para enfrentar desafios e buscar dentro de si novos caminhos. Também foi o primeiro grande evento com jovens no Santuário da Esperança, que uniu forças nesta parceria junto ao Santuário Nacional.

Foto de: Luana Correa/A12

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"O Papa Francisco vem convidando a Igreja, sobretudo a Juventude
a
colocar-se a caminho, peregrinar".

A respeito do que vem pela frente, o que podemos esperar do JUMI, falamos com Raquel de Godoy Retz.

A educadora e psicóloga trabalha no Santuário Nacional junto à equipe que está desenvolvendo o projeto que envolve a Juventude nas celebrações do Jubileu de 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida.

A12: O que vem pela frente?


Raquel: Muitas atividades ainda fazem parte da preparação e envolvimento da Juventude no Jubileu do Santuário Nacional. Teremos a Romaria Nacional da Juventude e o Hallel Aparecida. A Romaria é um evento que ocorre simultaneamente com a Assembleia da CNBB, com a presença de todos os Bispos reunidos em Aparecida.

A catequese, feita pelos bispos, diretamente aos jovens é um dos pontos significativos deste evento. Diversas tendas com a presença de diferentes grupos juvenis, com suas características próprias e diversificadas marcam também o rosto juvenil tão amplo e aberto a novidades. O Hallel Aparecida também tem a diversidade de expressões juvenis, mas todas buscando no Santuário Nacional dar louvor a Nosso Deus com shows, pregações, interatividade, muitas bandas e músicas.

A12: Conte um pouco sobre o desejo do Papa, este convite para despertar e unir a juventude na Igreja. O que o jovem busca?


Raquel: O Papa Francisco vem convidando a Igreja, sobretudo a Juventude a colocar-se a caminho, peregrinar.  A peregrinação nos lembra movimento, sair de um lugar para outro. Para a juventude, sair de seu comodismo, sair de si para o outro. No ano da Misericórdia, este movimento indica a conversão, o buscar a Deus.

Esta proposta tem forte relação com os jovens, que no geral, estão em uma fase da vida cheia de buscas, como a descoberta da vocação, o início de uma carreira profissional, a busca de seus sonhos. A busca juvenil é também a busca de si, a busca de ser adulto em uma sociedade com tantas discrepâncias e, atualmente com a crise, com poucas oportunidades de experiências saudáveis que o conduzam para atuarem como cristãos na construção do Reino.

 

"Fica sempre o convite para todos os jovens, que visitem o site do A12.com/jumi conheçam e se envolvam nas propostas. Que venham celebrar conosco. A Igreja do Brasil é jovem e este rosto precisa ficar cada dia mais evidente".

A12: Como Igreja, o que podemos oferecer aos jovens?


Raquel: A juventude é para a Igreja e também para o Santuário Nacional uma força sem medidas. São os jovens que indicam a vida e o movimento do futuro. A presença dos jovens no Santuário Nacional sempre pode ser testemunhada. Muitos jovens vêm à Casa da Mãe Aparecida, isto é um fato. Não é verdade que os jovens estão todos afastados da Igreja. Podemos encontrar milhares e milhares de jovens cristãos atuantes, envolvidos e que vão construindo suas vidas pautados nos valores e nas propostas da Igreja.

O Santuário Nacional apresenta agora aos jovens propostas que alimentam a fé. São várias experiências oracionais e formativas para auxiliar estes jovens nesta etapa de vida que necessita de sólidas e coerentes respostas para uma adequada formação humana - cristã.

A12: Quais expectativas em relação ao JUMI para os próximos eventos?


Raquel: Jumi – A Juventude em Missão é a proposta para os jovens experimentarem caminhadas, encontros e formações. Em eventos planejados para celebrar com entusiasmo e gratidão os 300 anos de bênçãos com o Encontro da Imagem de Nossa Senhora. A Juventude vem aderindo e já se inscrevendo nos eventos.

Cada um em seu tempo, todos irão participar e celebrar aqui, no Santuário Nacional. Afinal, a Casa da Mãe é sempre espaço de acolhida e o Brasil bem sabe disso.

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Por Douglas Maciente, em Jumi

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