A devoção a Jesus Cristo, Rei do Universo, foi oficializada pela Igreja durante o pontificado do Papa Pio XI, em 1925. A solenidade finaliza o tempo litúrgico e é uma oportunidade de imitar os mártires de todos os tempos, anunciando publicamente que Cristo é Rei de nossas vidas. Ele é o Senhor dos senhores, princípio e fim do universo.
Jesus é Rei, mas um Rei diferente de todos aqueles que a história humana já conheceu. Ele não era movido pela vaidade, nem pela cobiça e nem se sentava em um trono para comandar os seus súditos. O trono de Jesus foi a cruz.
O filho de Deus assumiu plenamente nossa humanidade para que pudéssemos Nele e com Ele, redescobrir nossa identidade e vocação divinas. Que sejamos sempre dignos desse chamado.
Este dia é também o dia do cristão leigo, pois estes devem ser os primeiros a assumir a mesma atitude que Jesus assumiu em sua vida: solidariedade com os pobres e marginalizados da sociedade, colocando-se ao serviço dos demais.
Como viver a Páscoa de forma verdadeira?
Um convite ao silêncio, à reflexão e ao recomeço, conduzido com sensibilidade e fé pelo Padre Carlinhos, cuja presença acolhe e toca profundamente o coração.
Em meio ao passageiro, o que permanece?
Em meio à modernidade líquida, a reflexão de Fernanda Zanin convida a buscar valores sólidos, autoconhecimento e fé como caminho para encontrar sentido.
Mergulhando no amor de Cristo, iniciemos o Tríduo Pascal
Na Quinta-Feira Santa, iniciamos o Tríduo Pascal recordando o amor de Cristo na Eucaristia, no serviço humilde e no chamado a amar e servir com fidelidade.
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