COMO É POSSÍVEL
FAZER MAIS DE
880 MIL 

 ATENDIMENTOS 
 GRATUITAMENTE 
COM TECNOLOGIA 
DE PONTA?

VOCÊ SERIA CAPAZ DE ENFRENTAR UM CÂNCER?
E MAIS QUE ISSO? DOIS OU TRÊS AO LONGO DA VIDA?


REPORTAGEM

Eduardo Gois

ARTE/DIAGRAMAÇÃO

Marieli Borges

FOTOGRAFIA

Eduardo Gois
Gustavo Cabral 

Shutterstock: Banco de imagens
Arquivo pessoal: Bianca Teshima
IMAGENS

Gustavo Cabral

EDIÇÃO

Felipe Guimarães
DIREÇÃO/PRODUÇÃO

Eduardo Gois

A jovem Bianca Sayuri Teshima, 15 anos, levava uma vida normal como qualquer criança de 3 anos, tinha um irmãozinho, pai e mãe casados, uma vida feliz em Ivinhema (MS), até que seus pais receberam uma notícia muito difícil de enfrentar. 

ELA, TÃO MIÚDA TINHA DE INICIAR A LUTA CONTRA UM CÂNCER NA COLUNA.

“Eu tive que amadurecer muito. Eu até falo que não tive infância, porque eu cresci dentro do hospital”.

Quem vê Bianca contar a história da sua vida, logo percebe o que a jovem diz sobre amadurecer, pois é pura verdade que o seu jeito de falar, logo entrega uma pessoa muito esclarecida, dedicada aos estudos e com um vocabulário muito rico para a idade que tem.

O lugar que Bianca recorda é o famoso Hospital do Câncer de Barretos, que agora se chama Hospital de Amor.

Toda a família viajou cerca de 700 KM até a cidade de Barretos (SP) para iniciar uma longa e sofrida jornada quando a jovem ainda era muito pequenina.

Fraca durante o primeiro tratamento, ela chegou a ser desenganada pelos médicos, mas o pai, Eduardo Teshima, não se convenceu muito da ideia e não iria assim se entregar tão fácil, afinal de contas, a fé era das coisas que mais transbordava naquele pai.

De joelhos rezava o terço, todos os dias na Capela do Hospital para que acontecesse o que dentro dele já seria certo, a cura da pequena Bianca pela intercessão de Aparecida.

"Meu pai disse que em certo momento viu uma luz vindo em direção a ele. Ele tinha certeza que Nossa Senhora Aparecida se manifestava”

Poucos dias depois, Bianca acordou do coma e 1 ano e 8 meses após o início do tratamento estava totalmente curada.

SEGUNDA BATALHA



Quatro anos mais tarde tudo parecia normal, mas Bianca, agora já com 8 anos, começou a sentir fortes dores na perna. Imediatamente a equipe do Hospital diagnosticou que era câncer novamente, desta vez um Linfoma não Hodgkin, enfrentado com a mesma fé do primeiro câncer, mas também com todo o amor e tecnologias necessários para vencer mais uma batalha.

“Quando falam desse lugar, me recordo de coisas boas, como as enfermeiras, os médicos e funcionários, que me acolhiam como uma filha. Você parece não estar em um Hospital. O diferencial é o amor”

HOSPITAL DE AMOR EM NÚMEROS
11 UNIDADES FIXAS DE PREVENÇÃO

O Hospital de Amor
atende em 5 unidades de tratamento fixas em

 Barretos (SP), 
 Jales (SP) e  

 Porto Velho (RO) 

Sobrevive 100% com doações da população, de artistas e uma pequena contribuição do SUS que representa pouco mais de 20% da arrecadação.

Possui um déficit mensal médio de R$20 Milhões

Conta com a colaboração de cerca de 3.500 funcionários

18 UNIDADES MÓVEIS


Carreta percorre todo o país levando exames de prevenção contra o cânceres de mama, próstata, pele, colo do útero e odontológicos.

 
O TRATAMENTO QUE O POVO BRASILEIRO MERECE

GENTE POBRE

GENTE RICA

NEGRO

BRANCO

CATÓLICO

ATEU

EVANGÉLICO

Com tecnologia de ponta e tratamento humanizado, o hospital mostra que ao existir
boa vontade é possível fazer um atendimento de primeiro mundo, de graça

PARA TODO O PAÍS.



Atualmente o Hospital do Câncer atende mais de
171 mil pacientes de todos os Estados brasileiros.

QUEM MAIS PRECISA É AQUELE QUE ESTÁ DOENTE, INDEPENDENTE DE QUEM SEJA, O TEMPO NÃO PARA, 
O CÂNCER NÃO ESPERA.

ENTENDA MAIS SOBRE A HISTÓRIA DE BIANCA E OUTROS PACIENTES

 Assista reportagem especial e conheça tudo sobre o Hospital de Amor  

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Por Redação, em Redação A12

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