A Vatican News informou, nesta sexta (06), que o Cardeal Christian Wiyghan Tumi, Arcebispo Emérito de Douala (Camarões) e primeiro purpurado camaronês, de 90 anos, permanece nas mãos dos seus sequestradores, depois que meios de comunicação locais haviam noticiado a sua libertação. Foi o Arcebispo de Douala, Dom Samuel Kleda, que desmentiu a sua libertação. O sequestro ocorreu ontem à tarde, perpetrado por um comando armado na estrada entre Bamenda e Kumbo. As autoridades do noroeste do país confirmaram o ocorrido.
Leia MaisAos Jesuítas, faça-se justiça! A Educação agradeceAcredita-se que as razões do sequestro são pelo fato de o cardeal ter encorajado as crianças para irem à escola. Há alguns dias atrás, de fato, um grupo armado sequestrou também alguns professores, já libertados. Em 24 de outubro, oito crianças foram mortas num ataque armado à escola bilíngue internacional Madre Francisca. O Papa Francisco expressou o seu pesar por este triste evento, apelando para o fim da violência e pedindo a garantia da educação e do futuro dos jovens.
O cardeal Tumi, nascido em 15 de outubro de 1930 em Kikaikelaki, na então paróquia de Kumbo, hoje diocese, como bispo e depois cardeal, esteve sempre na vanguarda das dificuldades do território situado no extremo norte dos Camarões, na fronteira com o Chade, quase esquecido pelas autoridades centrais, e da pobreza, à qual se somam as profundas divisões étnicas nesta área.
Por ter promovido a paz após o início da crise no norte e sudoeste dos Camarões, e por ter lutado contra a discriminação contra a minoria de língua inglesa nos Camarões (cerca de 20% da população), o cardeal Christian Tumi recebeu o Prêmio Nelson Mandela em julho de 2019.
Fonte: Vatican News
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