Não há que se nomear nenhum político a respeito do tema sobre a política do medo. Porém, vemos diversos casos que nos mostram o surgimento deste tipo de política, causada pelos extremismos, tanto de direita quanto de esquerda, em todo o mundo. Tais políticas vão na contramão dos ensinamentos de Jesus nos Evangelhos. Leia MaisA importância do estudo da filosofia e política na formação da sociedadePapa Francisco elogia políticas inclusivas do Brasil
O uso exacerbado do poder, tanto pela direita quanto pela esquerda, para fechar uma nação ao exterior, a perseguição política a opositores, a compra da imprensa para ser um canal de comunicação estatal e não dê brechas para opiniões diversas, a perseguição às religiões (de modo claro e obsessivo ao cristianismo católico) são exemplos de políticas que utilizam do medo para o controle das pessoas e da sociedade em geral.
A partir do momento em que um Estado utiliza-se do medo para reger uma sociedade, torna-se opressor, inquisidor, ditador. Não há, no mundo político, pessoas isentas de culpabilidade, de erros. Nem uma esquerda que se julga a defensora dos mais pobres e dos movimentos sociais e não é capaz de realizar uma autocrítica sobre suas ações diante de tantos escândalos, ou uma direita que se utiliza de um conservadorismo doentio, um tradicionalismo esquizofrênico, também se julga a salvadora da moral e dos bons costumes, mas não aceita opiniões contrárias aos seus posicionamentos.
Ambos os casos revelam que há um declínio político internacional, em ambos os lados. Os grandes políticos de outrora já morreram, os novos já não sabem mais governar entre as diferenças.
O uso do medo não foi o método utilizado por Jesus. Ele acolhia, independentemente de qual nação, religião, cor e raça a pessoa era; o que importava era a pessoa em si. Acolher o estrangeiro, defender os pequenos e pobres, buscar cuidar da casa comum não são políticas nem de esquerda, nem de direita; são deveres do ser humano enquanto ser pensante racionalmente.
O que Jesus veio propor ao longo de todos os Evangelhos é o amor ao outro, a misericórdia, a compaixão, acolhida, perdão.
Enquanto cristãos, qual está sendo nossas atitudes diante da política do medo? Estamos sendo cooperadores dela ou do Evangelho? Devemos pensar sobre nossas ações, para que não caiamos na hipocrisia.
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