No dia 22 de maio do ano 2000, por volta das 14h, sofri um grave acidente de moto. Fui socorrido pelos amigos Paulo Eliziario e Carlos Rufino, que me deram como morto. Fiquei 38 dias na UTI em coma e mais 40 dias hospitalizado. Convivi durante 9 anos com amnésia total, entre diversos tratamentos como fisioterapia, fonoaudióloga, entre outros.
Relatos de quem estava presente no local na hora da batida dizem que ouviram nitidamente quando chamei por Nossa Senhora Aparecida.
Após 11 anos do acidente, já recuperado, me tornei devoto de Nossa Senhora Aparecida, e em agradeci- mento por minha vida realizo todos os anos a famosa moto romaria para a cidade de Aparecida.
Hoje levo uma vida normal, e enquanto Deus e Nossa Senhora permitirem, continuarei com a moto romaria que tanto me orgulho em organizar.
O Santuário Nacional acolhe os Guerreiros de Maria, após 12 dias e mais de 340 km de romaria
Marcados para participar da celebração das 10h30, no Altar Central, a Romaria chegou à Basílica de Aparecida, por volta das 8h40, recepcionada por amigos e familiares
Celebração marca a última noite da Romaria dos Guerreiros de Maria
Peregrinos recebem a visita do administrador ecônomo do Santuário Nacional, Pe. Fábio Evaristo, que durante celebração eucarística, deixa a todos uma mensagem de gratidão e alegria
Lâmpadas da Salvação
O texto explica os quatro dogmas marianos como luzes da fé que revelam o papel de Maria na história da salvação e ajudam os fiéis a compreenderem melhor o mistério de Cristo.
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