Por Jovens de Maria Em Jovens de Maria Atualizada em 28 OUT 2019 - 08H44

Irmã Dulce: Exemplo de relacionamento inter-religioso com os irmãos

Anjo bom da Bahia é um nome carinhoso que a igreja e o povo se referem à primeira santa brasileira, Santa Dulce dos Pobres

Facebook oficial/ @obrasirmadulce
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Canonização Irmã Dulce no Vaticano


Santa Dulce tem tanto a nos ensinar, que nós poderíamos nos debruçar sobre sua história o tempo todo e só conseguiríamos contar um bocadinho dela. Em meio a tantas discussões, enxergamos a vida de uma pessoa que nadou contra a correnteza e nos ensinou a beleza do diálogo inter-religioso.

O sincretismo  é uma marca forte no lugar onde Santa Dulce viveu a maior parte da vida, a Bahia. Porém, isso não era uma barreira. Ela conseguia enxergar em todos a presença do Cristo; nos mais necessitados via a figura do Jesus que sofria. E assim, possuía um profundo respeito pelo outro, independente de raça, credo ou religião.

O hospital Santo Antônio, obra fundada pela nossa querida amiga, começou em um galinheiro e abrigava cerca de 70 doentes resgatados das ruas de Salvador. Hoje, a obra é referência no atendimento à população carente de Salvador.

Santa Dulce não negava atendimento a ninguém, nem exigia nada em troca.  É só ver os testemunhos. É muito lindo, né?




O legado de amor, cuidado e caridade são reflexos desse diálogo puro e simples, cujo olhar é para a pessoa e o que ela significa para Deus: a sua dignidade.

Que possamos aprender com o Anjo bom da Bahia a ser assim: simples e repletos de caridade.

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