Por Jovens de Maria Em Notícias

“Enquanto eu estive perdido, Maria nunca deixou de me ajudar”

Durante a Festa da Padroeira, o Santuário Nacional de Aparecida acolheu a Vigília da Juventude na madrugada do dia 11 de outubro. Jovens de várias partes do país passaram a noite toda na Casa da Mãe com muita animação, reflexão e oração. Momentos de profunda intimidade com Nossa Senhora Aparecida e com Cristo.

Assim foi com o jovem Carlos Santiago que participa no movimento Cursilho da Cristandade na Arquidiocese de Aparecida. Em entrevista ao Jovens de Maria, ele conta que o momento mais marcante durante toda a Vigília foi a adoração ao Santíssimo Sacramento.

Foto: Arquivo Pessoal

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Carlos e jovens do Cursilho da Cristandade

“Nesse momento foi falado sobre a parábola do Pai rico em misericórdia – Filho Pródigo – e quando tocou a música Abraço de Pai, eu me lembrei de algo que o diretor espiritual do Cursilho, Pe. Peixoto, falou: quando a gente estiver desanimado, em dúvida da nossa fé, a gente tem que voltar no momento da nossa conversão. Porque na nossa conversão não tem grandes teologias, grandes estudos, é simplesmente nosso encontro com Jesus. E é isso que muda a nossa vida”.

Carlos explica que fez sua experiência de conversão num encontro do Cursilho, onde pôde viver o mesmo momento do Filho Pródigo: “Eu tenho essa parábola como minha. Quando Jesus a contou, Ele estava pensando em mim, porque eu também tive minha herança, o seguro de vida do meu pai, e gastei tudo com o mundo. Só queria festas, baladas, status. E, como o filho pródigo, eu tive que retornar também, de mãos vazias, sujo”.

O jovem conta ainda que vinha questionando os reais motivos de seu serviço dentro da Igreja: “Comecei a me perguntar porque eu realmente fazia esse trabalho no Cursilho. Se era pra massagear meu ego ou se era para servir a Deus. Então, na Vigília, eu fiz um pacto com Jesus: ‘Eu só vou voltar a trabalhar no Cursilho se o Senhor me mostrar, quando eu tiver certeza de o que eu estou fazendo lá é para o Senhor e não pra mim’”.

“E naquele momento – continua Carlos – eu senti Jesus me tocando e eu tive a certeza de novo. Quando eu voltei para o momento da minha conversão, eu tive a certeza ali de que o que eu estou fazendo é para Deus. Jesus me disse: ‘eu não quero que você pare de me servir, eu quero que você me sirva do jeito que você está me servindo. Com todas as suas falhas, seus erros’. Porque Jesus não enxerga quem você é no presente, mas ele enxerga quem você pode ser”, ressalta.

Outra experiência destacada por Carlos é com a presença de Maria. “A minha Maria da minha casa, que é a minha mãe, ela nunca desistiu de mim, mesmo depois de minhas escolhas erradas. Eu vejo muito como aquela passagem que Maria não deixou de procurar Jesus por três dias, quando ele esteve perdido. Ela também, enquanto eu estive perdido, nunca deixou de me ajudar. Uma vez por mês eu vou ao Santuário Nacional, me confesso, rezo o terço, vou à imagem, converso com Maria e isso sempre renova a fé. E eu espero que essa Vigília tenha por muitos e muitos anos. A primeira já foi muito boa eu tenho certeza de que as outras que virão serão muito boas também”, finaliza.

Se você também se sentiu tocado por este testemunho e não quer ficar de fora desses momentos especiais na Casa da Mãe, se liga na nossa agenda:

- Hallel Aparecida: 13 a 15 de maio de 2016

- Vigília da Juventude: De 08 para 09 de outubro de 2016. Veja mais como foi a Vigília neste ano.

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