Por Jovens de Maria Em Notícias Atualizada em 15 SET 2020 - 15H09

Santa Cruz: Símbolo da nossa libertação

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Recordar e viver os sofrimentos, a morte de Cristo na cruz é celebrar a nossa libertação.
Por isso, é tão importante que o dia de hoje não passe despercebido: a Festa da Exaltação da Santa Cruz.

Santa Faustina disse, no seu diário, que a medida do amor é o sofrimento, e quando celebramos esse mistério, compreendemos melhor como esse ensinamento vale ouro.

Jesus morreu por mim, pelos meus pecados, mesmo eu não sendo digno (a) (Já pensou nisso?). E eu te digo mais:  seus sofrimentos nos aproximam do seu amor misericordioso, imensurável, compassivo, total. Se conseguirmos entender pelo menos um pouco o que somos convidados a viver, nunca mais o desespero vai bater na nossa porta. Porém, é necessário investir algo que vale muito para você: tempo.

Tempo para reza, meditar o mistério da nossa salvação. Jesus é Deus, poderia não ter sofrido por nós. Mas, escolheu ser obediente: “existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Fl 2,6-8).




O amor de Deus por mim e por você é fonte de santidade, libertação, salvação, esperança.
A cruz onde Cristo sofreu tanta dor é o caminho que mostra o amor. Os sofrimentos que carregamos hoje, já estão todos na cruz. Não estamos sozinhos. Você não está sozinho(a)!

Que tal hoje você dedicar pelo menos cinco minutos diante de um crucifixo? E caso não tenha um, pode meditar de olhos fechados sobre a crucificação de Cristo.

Vamos trilhar esse caminho juntos, começando hoje: vamos meditar os sofrimentos de Jesus.  E lembre-se: O sofrimento que você passa hoje, na sua vida, é o mesmo sofrimento que você encontra na cruz.

"Diante do Senhor ele cresceu como renovo de planta ou como raiz em terra seca. Não tinha beleza nem atrativo para o olharmos, não tinha aparência que nos agradasse. Era desprezado como o último dos mortais, homem coberto de dores, cheio de sofrimentos; passando por ele, tapávamos o rosto; tão desprezível era, não fazíamos caso dele. A verdade é que ele tomava sobre si nossas enfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores; e nós pensávamos fosse um chagado, golpeado por Deus e humilhado! Mas ele foi ferido por causa de nossos pecados, esmagado por causa de nossos crimes; a punição a ele imposta era o preço da nossa paz, e suas feridas, o preço da nossa cura." (Is 53, 2-5)

Que possamos reconhecer o imenso amor de Deus por nós e que a presença de Jesus inunde o nosso coração.

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