O rádio faz parte da vida de gerações e, mesmo depois de tantas transformações, continua presente no cotidiano de milhões de pessoas. Neste Dia Nacional do Rádio, celebrado em 25 de setembro, a data é uma oportunidade de lembrar a trajetória de um meio de comunicação que informa, entretém, leva música e, principalmente, cria proximidade com quem está do outro lado.
No Brasil, a história do rádio começou oficialmente em 1922, durante as comemorações do centenário da Independência. No ano seguinte, Edgard Roquette-Pinto e Henrique Morize fundaram a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, considerada a primeira emissora brasileira. Com o passar das décadas, o rádio ganhou novos formatos, conquistou diferentes públicos e se tornou parte da rotina das famílias brasileiras.
De lá para cá, muita coisa mudou. O rádio passou pelas ondas AM e FM e encontrou novos caminhos na internet, nos aplicativos, nos sites e nas redes sociais. As plataformas se transformaram, mas a essência permanece: uma voz que informa, entretém e faz companhia.
É também com essa missão de estar próxima do público que a Rádio Aparecida leva diariamente informação, formação, música e evangelização aos seus ouvintes, mantendo viva uma relação construída ao longo dos seus 75 anos. E, para celebrar o Dia Nacional do Rádio, os locutores da emissora contam o que esse meio de comunicação representa para eles e o que torna especial fazer parte dessa história.
Evandro Brum
“Trabalhar no rádio é uma extensão da minha missão. E amar estar na Rádio Aparecida é amar o chamado de Deus. É concretizar um propósito que o Senhor me confiou há mais de três décadas. Quando iniciei minha trajetória na comunicação, jamais imaginei que um dia estaria diante dos microfones desta rádio. Minha alegria, ao estar no rádio, é anunciar com ânimo e esperança, convicto de que estou cumprindo a minha parte na missão. A Rádio Aparecida me proporciona a oportunidade de realizar este chamado com plenitude e felicidade.”
Bruno Anaya
“Amo o rádio porque, por meio da comunicação, podemos despertar a imaginação, fazer as pessoas viajarem no tempo, conhecerem histórias e chegarem a lugares que jamais imaginaram. E, principalmente, porque criamos laços com pessoas que, mesmo sem conhecer pessoalmente, passam a fazer parte da nossa vida e nós, da delas. O rádio é companhia. É um veículo que, independentemente da hora ou do lugar, está presente na vida de milhões de ouvintes e, hoje, também de internautas.”
Eduardo José
“Para mim, o rádio é vida. Por muitas vezes, ele é o único meio de nos sentirmos conectados. O rádio aproxima, mesmo não estando presente fisicamente. Eu amo esse encontro com o desconhecido. Nós não conhecemos, não sabemos o que está se passando do outro lado, mas temos certeza de que estamos ajudando. Nós fazemos a diferença na vida de muita gente. Eu sou apaixonado pelo rádio, pelo meu trabalho no rádio. "Rádio é vida!"
Pablo Soares
“O rádio representa a concretização de um sonho de infância. Desde cedo, sempre desejei seguir uma carreira que me apaixonasse e despertasse meu interesse. Hoje, posso dizer que é um sonho realizado. Além disso, o que me mantém apaixonado por este trabalho é o contato humano. Mesmo que, por muitas vezes, eu esteja sozinho no estúdio, sinto-me próximo aos ouvintes, e essa troca é o que dá sentido ao meu trabalho. É por isso que sou tão dedicado ao rádio.”
Thaís Souza
“São mais de cem anos de história desse veículo de comunicação, que atravessa gerações e continua presente na vida das pessoas. O rádio fez parte da vida dos meus avós, dos meus pais, faz parte da minha história. Amo o rádio e o escolho todos os dias justamente por essa possibilidade de me conectar com as pessoas e fazer parte da rotina delas. Por meio do nosso trabalho, podemos informar, entreter, emocionar e levar uma mensagem a alguém que talvez esteja nos ouvindo a quilômetros de distância. É uma alegria poder viver o rádio, contribuir com a sua história.”
Gaby Pedroso
“O rádio sempre esteve presente em minha vida, aquela paixão que se passa de geração em geração. A paixão pelo rádio seguiu da minha avó para minha mãe, que sempre teve o seu radinho ao seu lado e, consequentemente, eu também. Aprendi a amar o rádio, as músicas e a interação que ele proporciona. Amo o rádio por permitir sentir o carinho e viver a interação com os ouvintes. Levamos uma palavra de ânimo até eles, mas perdi as contas de quantas vezes eu recebia essa palavra. Estar no rádio não é só falar, mas ouvir. É aprender todos os dias e chegar a quem mantém seu coração aberto.”
Zé Antonio
“O rádio é companhia, informação, emoção e conexão com as pessoas que estão em cada cantinho ouvindo a programação! É uma presença para quem nos ouve e, ao mesmo tempo, o ouvinte também se torna nossa companhia! O que me faz amar o rádio é exatamente essa conexão com as pessoas. Saber que, por meio da minha voz, posso levar informação, emoção e estar presente na vida de alguém, mesmo sem saber quem está do outro lado. O rádio é apaixonante, é o principal veículo de comunicação; a rapidez com que tudo chega ao ouvinte é mágica!"
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