Por Rádio Aparecida Em Notícias Atualizada em 18 MAR 2020 - 08H09

'Mulheres e suas lutas' é o tema de série de reportagens da Rádio Aparecida




Compreender a vida das mulheres, principalmente as brasileiras e suas lutas, enfrentamentos no dia-a-dia da sociedade, que muitas vezes as negligenciam, é o que trazem as três reportagens especiais em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

O Jornalismo da Rádio Aparecida dá destaque à realidade e rotina daquelas que se doam no serviço ao próximo e aos abandonados, das que sofrem preconceito e violência e as que dedicam às suas famílias na correria do cotidiano. As reportagens são de Mario de Paula, com trabalhos técnicos de Leonardo Mota.


Realidade e rotina da doação no serviço ao próximo e aos abandonados

A exemplo de Nossa Senhora, as mulheres hoje em dia seguem com o compromisso de não ficarem somente fixadas no bem estar da família, mas encontram um espaço no seu tempo corrido para se dedicar aos outros, assim como fez Maria.

Hoje em dia, as mulheres têm se espelhado cada vez mais em Nossa Senhora para colocar em prática seus serviços, não somente no mercado de trabalho e dentro de casa, mas também para o social, para cuidar dos outros.

Mulheres inspiram, mulheres transformam, mulheres fazem a diferença. Existem muitas lideranças femininas, em todos os cantos do país, ajudando a promover mudanças sociais importantes para o Brasil. Seja na educação, na Igreja, no setor público ou em organizações sociais, elas estão fazendo a história do país acontecer e mudando a sociedade para melhor.

Conheça nesta reportagem os personagens que trazem essa mudança:

Padre José Uilson Júnior, Missionário Redentorista.

Enedina Reis, membro da Legião de Maria há mais de 30 anos.

Dalila Figueiredo, Advogada, assistente social e Presidente da ASBRAD, Associação Brasileira em Defesa da Mulher, Infância e Juventude.


Sofrimento, preconceito e violência enfrentado pela mulher na sociedade

A mulher no comando, na liderança, e onde mais ela quiser chegar.

Avaliada pela sua competência e seu potencial.

Valorizada por suas qualidades e habilidades.

Remunerada igualmente.

Reconhecida por fazer a diferença.

Esse é o mundo ideal pelo qual as mulheres lutam todos os dias. Tentam mostrar à sociedade que, assim como os homens, elas têm sim capacidade para ir além da reclusão à vida doméstica e familiar e que merecem ser reconhecidas e respeitadas como todo ser humano. Mas, infelizmente, essa corrida pela igualdade ainda não tem data para ter fim. Existem estudos que apontam que no mercado de trabalho, por exemplo, a igualdade do direito ainda está longe de acontecer.

A luta das mulheres não é grande somente nos dias de hoje. Desde tempos, elas tentam conquistar seu espaço e sofreu muito com o preconceito da sociedade machista. No tempo de Nossa Senhora, as prostitutas sofriam muita perseguição e eram facilmente condenadas. Hoje em dia, a Pastoral da Mulher Marginalizada, que cuida de mulheres em situação de prostituição, faz um trabalho voltado a essas que sofrem com essa realidade. Sua presença tão marcante na sociedade brasileira é reflexo da ausência de políticas públicas eficazes no enfrentamento e prevenção da violência. Infelizmente, o estado está num processo regressivo desta luta em prol das mulheres.

:: Uma freira entre as prostitutas. Conheça essa história de mulher de fé!

Para entendermos sobre o assunto, foram entrevistadas para essa reportagem:

Ana Paula Lewin, defensora pública integrante do NUDEM, Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres no Estado de São Paulo

Fabrícia Paes, coordenadora nacional da pastoral da Mulher Marginalizada.

Maria Arminda Nascimento Arruda, professora e coordenadora do escritório USP Mulheres e diretora da faculdade de Letras, Filosofia e Ciência.


Mulheres dedicadas à família que se espelham em Nossa Senhora

A mulher hoje em dia trabalha fora, luta pelas suas conquistas, exige respeito, fica o dia todo longe da casa e dos filhos e quando volta assume seu papel de mãe, esposa e que cuida do lar.

Inspirações como o exemplo de Nossa Senhora estão sempre presentes no dia-a-dia de mulheres que buscam em Maria o modelo de mãe, mulher, esposa e também dona de casa.

E é nas dificuldades em que as mulheres se mostram ainda mais fortes. Um exemplo é o da Adirene Monteiro, moradora de Aparecida e que há 8 anos perdeu suas duas filhas, Maria Clara e Maria Eduarda, vítimas de um atropelamento fatal na porta de casa enquanto brincavam. Ela ressalta o exemplo de Nossa Senhora que a motivou para seguir firme na caminhada e reconstruir sua vida.

Embora inúmeras conquistas e consequentemente mais independência, a mulher hoje em dia se depara com uma realidade múltipla de papeis no seu dia-a-dia. E dentro dele, a mulher também tem seu lado espiritual, que por sinal, vem desde os tempos de Nossa Senhora. Um exemplo é justamente o Terço das Mulheres. A dona de casa Ivonete de Souza, da cidade de Luís Alves (SC) conta que após pertencer a este movimento tudo mudou em sua vida.

As entrevistadas dessa reportagem foram:

Maria José da Silva Ribeiro, membro da Pastoral Familiar da Arquidiocese de Aparecida

Joviane Marcondelli, Piscióloga, terapeuta familiar e professora na pós de família da UNITAU – Universidade de Taubaté

Ivonete de Souza, dona de casa de Luís Alves (SC), participante de grupo de Terço das Mulheres


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