Durante um encontro com as celebridades de Hollywood no ano de 2025, o Papa Leão XIV expressou o seu desejo pelo mundo do cinema e revelou sua lista de 4 filmes preferidos!
O primeiro deles: A Felicidade Não se compra, de James Stewart, 1946.
O segundo: A noviça rebelde, com Julie Andrews, de 1965.
O terceiro: Gente como a gente, com Donald Sutherland e Mary Taylor Moore, de 1980.
O quarto: A vida é bela, com Roberto Benigni, de 1997.
O que estes filmes retratam?
Os filmes preferidos do Papa Leão XIV retratam a valorização da família, a esperança em momentos difíceis, a compaixão e solidariedade e a superação do sofrimento.
Confira mais detalhes:
arrow_forward A felicidade não se compra: fala sobre o valor da vida e do impacto positivo que uma pessoa pode ter na comunidade.
Relata a história de um pai de família que nunca mede esforços para ajudar os outros. Apesar da admiração alheia, George se sente como um fracassado, pois nunca saiu da pequena cidade de Bedford Falls e sempre se manteve à frente dos negócios da família, importante para muitos cidadãos, mas sem um futuro brilhante. Assim, quando tudo está dando errado, o anjo Clarence mostra a George o quanto a sua existência é necessária para as demais pessoas. Dessa forma, o filme se torna uma lição de vida obrigatória para todos.
arrow_forward A noviça rebelde: mostra união familiar, a música, fé e resistência durante a guerra.
O filme que se passa no Nazismo conta a história de uma noviça chamada Maria que vive em um convento, mas não consegue seguir as regras da conduta das religiosas. Quando a noviça vai trabalhar na casa de um renomado Capitão, sua chegada modifica a vida da família com sua alegria e respeito pelas crianças.
arrow_forward Gente como a gente: aborda luto, perdão e reconstrução emocional.
A história conta que um dos filhos da família Jarrett morre precocemente em um acidente. O irmão da vítima, que se acha o responsável pelo ocorrido, tenta o suicídio e está em tratamento psiquiátrico. Na pegada da situação, Calvin, o pai, tenta solucionar o conflito.
arrow_forward A vida é bela: retrata o amor paterno, esperança e proteção da inocência mesmo diante o nazismo.
Apresenta uma história de amor e resiliência em que um judeu italiano utiliza seu humor e imaginação para proteger seu filho da realidade dos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. O amor entre eles é construído em meio aos momentos juntos, até que a guerra chega e seus mundos são destruídos. Quando são levados para um campo de concentração, o pai cria um universo para proteger a inocência do garoto, afirmando que a situação difícil é um jogo em que ele deve seguir regras para vencer.
Campanha para a Evangelização da CNBB deste ano já tem tema
A CNBB definiu o lema e o cartaz da Campanha para a Evangelização do Advento e Natal este ano. Confira!
As guerras perdidas pelos Estados Unidos
Apesar de todo poderio militar norte-americano, as intervenções militares feitas por eles podem ser consideradas sem grande sucesso. Entenda!
A comunicação não violenta no caminho sinodal
Comunicação não violenta e sinodalidade são fundamentais para fortalecer a escuta e o diálogo nas decisões pastorais.
Boleto
Carregando ...
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Carregando ...
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.