“Spes non confundit”, a esperança não engana (Rm 5,5). Esse foi o lema que nos guiou em 2025 e o chamado que Paulo fez à comunidade cristã de Roma: serem corajosos na esperança.
Mas, ao encerrar esse período de graça na Igreja Católica, o que você aprendeu sobre essa virtude? Vamos relembrar falas marcantes dos papas durante o ano extraordinário.
Para começar, voltemos a uma das primeiras colocações do Papa Francisco presente na bula de proclamação: “todos esperam”. A espera pelo bem existe no coração de todo homem, independente dele saber o que o amanhã trará.
E é justamente a imprevisibilidade que pode trazer angústia e desânimo. Por isso, o Jubileu veio nos mostrar que é necessário encontrar ocasiões para reanimar a esperança em nossas vidas.
Aprendemos também que a Palavra de Deus ajuda-nos a encontrar razões para ter esperança. Isso porque “Com efeito, a esperança nasce do amor e funda-se no amor que brota do Coração de Jesus trespassado na cruz”, afirmou o Papa Francisco.
Além disso, o Espírito Santo nos lembra que não somos enganados por essa espera confiante, porque nada e ninguém pode nos separar do amor de Deus.
“Quem poderá separar-nos do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo, a espada? (…) Mas em tudo isso saímos mais do que vencedores graças Àquele que nos amou.” (Rm 8, 35-39)
“A esperança é uma âncora. Uma âncora que se joga com a corda e afunda na areia. E nós temos de estar agarrados à corda da esperança. Bem agarrados.”
“A esperança é um dom de Deus que enche de alegria a nossa vida"
“É a virtude de quem é jovem de coração”
"A esperança é uma luz na noite" (Título do livro do Papa Francisco escrito em língua italiana).
"A esperança cristã não é evasão, mas determinação"
“É um impulso profundo que nos faz caminhar nas dificuldades”
“A verdadeira esperança reside em não em tentar evitar a dor, mas em acreditar que, mesmo no coração do sofrimento mais injusto, reside a semente de uma nova vida.”
“Queridos irmãos e irmãs, é bom sermos peregrinos de esperança. E é bom continuar a sê-lo, juntos!”
Foram meses para intensificar a oração, para ir ao encontro de Cristo e de olhar para o alto. Tempo de deixar a luz entrar no coração e dar vida nova. Segundo o Papa Leão XIV, o Jubileu veio nos lembrar que é possível recomeçar. Ainda melhor, de que “estamos no início”, pois:
“A Epifania, a presença do Senhor em nosso meio, é o início da Esperança”
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