Certa vez, um homem morreu. A esposa chorou muito durante o velório.
Na hora do enterro, quando os coveiros começaram a jogar terra na cova, ela subiu em cima do monte de terra, olhou para o caixão lá embaixo, e começou a chorar alto e dizer: “Fulano, me leve com você! Eu não quero viver mais neste mundo sem você! Leve-me, por favor!...”
Nisto, ela se escorregou na terra e caiu dentro da cova. Imediatamente, gritou para os coveiros: “Tirem-me daqui! Tirem-me daqui depressa!” Sinal que não queria morrer coisa nenhuma.
Duas falhas ela cometeu. Primeira: Pedir a morte. Nós não somos donos da nossa vida. A vida pertence a Deus. Não escolhemos o dia de nascer, não vamos escolher também o dia de morrer.
Segunda falha: O desespero diante da morte de uma pessoa querida. Nós choramos sim, mas o nosso choro é cheio de esperança e de paz, pois acreditamos que um dia nos reencontraremos na outra vida.
“A vida não é tirada, mas transformada” (Prefácio da Missa de defuntos).
Jesus disse, quando ressuscitou a menina Talita: “Por que essa agitação, por que chorais? A menina não morreu, ela dorme” (Mc 5,39).
A nossa melhor atitude, quando morre uma pessoa querida, é: 1) Rezar por ela. 2) Recordar uma virtude dela, para imitar, continuando o seu testemunho na terra. 3) Esquecer a pessoa e cuidar da própria missão, pois a dela já terminou, a nossa não.
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