Por Pe. Antônio Queiroz, C.Ss.R (in memoriam) Em Histórias de Vida

Seguindo as manchas de sangue

Certa vez, em um sábado, uma senhora viúva chegou a Jerusalém, a procura de Jesus. Perguntou a um senhor, ele disse secamente que não sabia. Perguntou para uma mulher, a qual respondeu: “Eu soube que o prenderam. Só sei que foi uma confusão lá no pretório”.

Outra mulher ouviu a conversa e disse: “Ele foi condenado a morrer na cruz. Antes disso, foi muito maltratado. Depois puseram a cruz nos seus ombros e empurravam-no tanto que caiu mais de uma vez. Veja aí no chão as manchas de sangue. São dele. Seguindo essas manchas, vai chegar onde ele se encontra”.

Foi o que a viúva fez. Foi seguindo as manchas de sangue, até chegar ao Calvário. A cruz estava vazia, e não havia ninguém, a não ser uma mulher chorando e rezando.

“Quem é você?” perguntou a ela. A mulher respondeu: “Eu sou a Mãe de Jesus. Como você conseguiu chegar até aqui?” A viúva respondeu: “Eu moro em Naim. Jesus ressuscitou o meu filho.” E as duas choraram juntas.

É seguindo os rastos de sangue de Jesus, isto é, da sua dor, que o encontramos. Desde que Jesus passou pela cruz, não há outro caminho para chegar às ressurreição.

Escrito por:
Padre Antônio Queiróz dos Santos (Pe. Antônio Queiroz, C.Ss.R)
Pe. Antônio Queiroz, C.Ss.R (in memoriam)

Missionário redentorista, recolheu ao longo de seu ministério centenas de histórias que falam de forma simples e popular da fé e das realidades do povo de Deus.

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Por Pe. Queiróz, C.Ss.R., em Histórias de Vida

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