Certa vez, em um sábado, uma senhora viúva chegou a Jerusalém, a procura de Jesus. Perguntou a um senhor, ele disse secamente que não sabia. Perguntou para uma mulher, a qual respondeu: “Eu soube que o prenderam. Só sei que foi uma confusão lá no pretório”.
Outra mulher ouviu a conversa e disse: “Ele foi condenado a morrer na cruz. Antes disso, foi muito maltratado. Depois puseram a cruz nos seus ombros e empurravam-no tanto que caiu mais de uma vez. Veja aí no chão as manchas de sangue. São dele. Seguindo essas manchas, vai chegar onde ele se encontra”.
Foi o que a viúva fez. Foi seguindo as manchas de sangue, até chegar ao Calvário. A cruz estava vazia, e não havia ninguém, a não ser uma mulher chorando e rezando.
“Quem é você?” perguntou a ela. A mulher respondeu: “Eu sou a Mãe de Jesus. Como você conseguiu chegar até aqui?” A viúva respondeu: “Eu moro em Naim. Jesus ressuscitou o meu filho.” E as duas choraram juntas.
É seguindo os rastos de sangue de Jesus, isto é, da sua dor, que o encontramos. Desde que Jesus passou pela cruz, não há outro caminho para chegar às ressurreição.
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