Durante as celebrações do Domingo de Ramos, é uma tradição entre as comunidades católicas levar ramos de palmeiras e oliveiras, como forma de veneração e simbolismo.
O missionário redentorista Padre Rodrigo Arnoso explica que essa prática representa a comemoração da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, um momento que é central para a fé cristã. Ele menciona que essa é a cidade onde Jesus enfrentará seu martírio: "Jerusalém que será a cidade de seu martírio. Jerusalém onde Jesus será erguido. Erguido para salvar toda a humanidade."
O Padre Arnoso enfatiza ainda que a celebração do Domingo de Ramos é uma oportunidade para reconhecer Jesus como o Filho de Deus. Ele afirma: "Hosana ao filho de Davi, é isso que cantamos. Bendito o que vem em nome do Senhor." Essa expressão de louvor é um importante aspecto da liturgia do dia, e ele encoraja os fiéis a cantarem com grande entusiasmo, especialmente neste domingo, lembrando que "Ele é bendito, porque nele encontramos a nossa salvação."
Os ramos que são usados durante essa celebração simbolizam não apenas o reconhecimento de Jesus como o Filho de Deus, mas também nos lembram da nossa própria filiação divina. Eles nos fazem refletir sobre o fato de que todos somos filhos de Deus e partes da Igreja, e ao mesmo tempo, ressaltam nosso compromisso em seguir os ensinamentos de Cristo.
Após as celebrações, os ramos são frequentemente levados para casa, onde servem como um sinal de proteção. Em várias tradições familiares, era comum que, em tempos de colheitas ou durante tempestades, os ramos fossem queimados para afastar problemas. Além disso, muitas pessoas costumavam jogar os ramos ao redor de suas casas, acreditando que isso poderia proteger seus lares de pestes e animais peçonhentos.
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